24 de abril de 2010

Aparentemente uma criança
Oscilando traços para criar uma descrição
Superficial & frágil
Como uma pequena taça de cristal
Lança aos ventos seus pensares
Para os mares, os seus medos
Empresta seus mistérios
Uma criança . . . Se faz encantadora
Ideias, sentimentos, emoções
Ai de mim, que não deixo de
Fazer uma criança, sorrir . . .

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!