17 de abril de 2010

Aqui não há quem finge... Há quem vive. Há quem sente, por coisas reais, e não por palavras que não emitem som, mas fascina! Um segundo de eternidade... Continua mudando, a cada estação.

Ela trabalha, dança e dá trabalho
Canta mesmo quando sabe
Que sua voz não era das melhores
Quando lhe desperta uma vontade
Ela ia e fazia ... Diziam impossível
Certas coisas que ela conquistava
Não tinha muitos amigos
E nem mesmo um namorado
Era livre como desejava
Seus amores eram seus livros,
E seus amigos, doces melodias
Tinha memória e mesmo assim
Tinha a paz inerte que queria
Seus poucos minutos eram bons tempos
Seus olhos, lua clara
Seus lábios movimentos de pensamentos
Sisi, sisi... Era seu sim!
            Luar// Dedicado a, Julia Abreu

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...