17 de abril de 2010

“De sonhos inacabados ele passou como o vento, sem deixar o rastro, mas sim um sentir que lhe dava arrepios . . . Passageiro e lento, um olhar terno do alto de um Arranha-céu. Ouvia gritos, mas que logo se tornavam sorrisos foi continuando até que tocou o mar, vendo então ela que possuía a ternura do luar, o cheiro das rosas . . .
Não havia o que temer, ele evitava um olhar, que por fim o guiava.
De tão longe para sentir perto, de tão perto que a distância era apenas uma fronte de espelhos. Portais . . . Transparentes como as águas de uma Jazida, pura e ímpia.
Não havia se quer um entendimento melhor do que ela ouvir dele, o quanto ele a amava.”

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...