21 de abril de 2010

"Não se precisa compreender algo que podemos interpretar da nossa forma. Como numa visão embaçada, coberta pela neblina, dali se pode sair . . . Qualquer coisa que quisermos. De uma foto, um desenho que nunca vimos, de um céu nublado, uma tela para se pintar. Dos olhos que posso ver . . . As estrelas que se colam no céu. A lua que emaranha o mar. "Eu gosto do nada."

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!