10 de novembro de 2010

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Porque venta lá fora, mas ainda
Sim me tenho por todo um silêncio noturno
Esta fragrância de flores mórbidas
Invade este recinto, o vento, os sons, minha janela aberta
Traz-me as estrelas, lá longe
Tem nuvens que parecem correr
Apressadas cheia de formas
Eu não sinto minha alma,
Mas meu corpo sente-se vivo
È tudo que em mim existe
Tua presença em solenidade
Causa-me tranquilidade
A minha noite é bela ...
E meus Dias, sem fim ...
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Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...