1 de novembro de 2010

Daquilo que se entende, esconde-se a confusão
Das coisas que se lê, interpreta-se da sua forma, não se sabe o que vai acontecer
Como também não se escolhe o que ganha, confuso seria se todas as noites, estivesse acordada ... Desperta sempre num amanhecer,
E as grinaldas são confusas? Só penso nelas,
Dificilmente as vejo, e ainda sim as imagino
Como se estivessem sim dentro do meu olhar,
Que busca nas confusões, entendimento
Sou filho de Deuses, incompreendido
Pelos homens, que sufocam-se nas discórdias
Ditas por si, e por um segundo apenas
Vivida por um outro, que segue em frente
Como tudo é confuso, ainda se compreendo
Alguma coisa, que tenha uma simples razão
A minha é sonhar; Acreditar, que meus todos impossíveis, são sim possíveis.

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...