23 de novembro de 2010

          Eu não tenho leis ... Quem é que tem leis ...


Um homem pode tão simplesmente sair na rua. Acompanhada de alguma arma-de-fogo, e assim pense ser de festim. Senta-se na praça, e então passa a ouvir música enquanto os pássaros entoam a canção como se fosse a sinfonia de um fim. Brinca sorrindo, e levanta-se em meio a fumaça de seu cigarro. Um olhar distinto do mundo separado por nações, abordado pela segurança que nem mesmo cumpre suas regras. Opta por não, querer ser incomodado ... Pode sacar teu revólver, apontar a cabeça, não se matar. Só para provar que a lei nada poderia fazer devido a tua própria sinceridade. Criou-se conhecendo-se, e assim poderia fazer o que bem quisesse. E até pronto para ser atingido, inocentemente causando mais uma polêmica, como eles gostam de ser inocentados.

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...