10 de novembro de 2010

"O frio que inspira."
Espreitam os rastros duma noite, são teus versos raros, sopra, gela escorre pelas portas, o silêncio jaz mortal sobre os guizos revestidos de mármores dança as folhas, jorrando o chafariz d'água o som das árvores falam, o vento aquece te despertas no frio noturno
Vestida pelas flores é o tempo das trilhas inexploráveis o pensamento transmuta-se a sombra das portas, espaceiam o frio de geada, coberto pelas cortinas Venenosas, como uma neblina Nada se faz por medo, é um encanto Numa noite que se respira a vida.

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...