10 de novembro de 2010

        Poema desconsertado'

O sol o pássaro sobre mim
As pequenas copas de folhas
Aquele canto cheio de feitiço
O lago submerso por fagulhas
Um hospício de normalidades
O lugar de um louco
Contradizer-se, experimentando
A sensação de um voo
A esquistisse do normal
A tranquilidade de um espaço
As riquezas escondidas
O cheiro dossel a escorrer
Sobre o ar, em devaneio
Canta parado no leito dos pássaros
O meu céu de anil desenhado por nuvens
Navega a ceifa de primavera



Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...