16 de novembro de 2010

Sou como todo ser que existe
Incomodo a mim, irrito a alguns
De um jeito ou de outro, sei
Que a razão para acontecer, qualquer coisa
Afinal, acontecem coisas naturais
Imoral ou sem conseqüências
Negando me faço por teoremas
Esperando o melhor surgir
Desconheço-me as vezes
Não entendo, é tudo um erro
Se sobre mim, sobra a ti dizer-me!
Param ... Desvendo-me, não mato os sentidos
E não sou pago por inocências.

Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!