26 de novembro de 2010

Um dia acordei, pensando estar distante
Como se fosse uma quimera teu olhar, teu jeito
Não como função condutora,
Mas um sentir que revirava os sentidos
O entendimento atroz se fez presente
E depois disso, cada dia que nascia
Era como estar renovado, pensar, sentir e existir
Coisas que deixavam ao longe a dúvida
Trazendo com os ventos a leve brisa
De que todos que o falavam, jamais sentiam
E aqui relato minhas verdades, atrelada ao teu doce olhar

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...