18 de dezembro de 2010

Amor, é deve ser amor, não sei dele. Ela estava lá longe e seu aqui escrevia por ela. Minhas loucuras eu as tinha dito, a ela. Antes, imaginava alguma coisa, não... Não sentia minha mente, só percebia alguns sorriso, o que termina? Aonde começa? Eu falo Espanhol? Ela sorri quando vê e sente um animal inocente! Brincalhão... Uma criança, e ela também escreve sobre suas fantasias, não doa fantasias. Que lugar é este? E o começo deste amor, verdadeiro, onde se finda? No respeito! Mais cedo ou mais tarde? Eu seria louco, ou me tornaria um. Só por ela... Aqueles quadrinhos, também eram fantasias, inspiradas apenas a cultura. Os contos, as invençoes, ela me enxerga dorme e liga pra mim, não está filmes. Eu mostro os filmes para ela. Ela quem? Não como um conto, faz mais do que sentir os dois lados. E um só, nosso! Quadradinhos, imagine eles feitos em quadradinhos, são desenhos também adoro o silêncio... E ainda nem terminei o que quero escrever...
Lêda

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...