4 de dezembro de 2010

...
Sim! Há algo em mim
Que não sei explicar
Talvez eu nem mesmo queira
Crer no meu corpo é não necessitar d'uma alma

O meu inconsciente que torna-me,
Consciente
Além do que me fora
Quero o que ainda tenho reservado

Não cumpro meus deveres
Como não me forjo a promessas
Se sei que meus inimigos
Estão conectados aos meus pés

Não me versifico a distinguir
Sinto que algo atravessa meu sangue
E me vou por alturas
Que nunca poderão chegar.

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...