16 de dezembro de 2010

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Adoro ser ela, quando me junto...
È como estar na neblina, sem olhos
E caminhar, sobre o hialino dos mares
Num só rumo de passos
Vem a caráter o arrepio
Que se passa com os ventos
O pássaro de um outro lado canta
A roupa que pesa
Também carrega o alívio de deixar
Os passos jaz no passados
Não em pedaços, mas sobre
O griz da calçada em destroços
Somos mais do que isso
A garoa só incomoda, quem
Não a invade, só a queixa
Tudo mudou, num segundo
E voltou a ser comum
Pra eles, passou adiante
E o sol ousou se mostrar
Para que eu pudesse, encontrar
Lá fora parte do meu sonho
Aqui dentro a inspiração
Que enxerga, e ouve a verdade
Leva pra longe os medos
Eu me lembro agora de estar vivo."

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...