16 de dezembro de 2010

"Escrevo poesias para que me leiam e sintam, apenas! Escrevo minhas confusões para que me entendam."

O elixir da vida

Que frui como fumaça espessa e sem pesar Não faz desvendar nenhum mistério Onde olhos algum vê, sente a alma e morre o corpo E no além d...