Levanta-te

"Isso tudo aqui é muito lindo ... Mas não sou assim,
sou o que falo quando não penso pra falar."

__________________________________
"Direitos Autorais."
Os direitos autorais são protegidos pela lei nº 9610/98, violá-los é crime estabelecido pelo artigo 184, do Código Penal Brasileiro. Não copie sem divulgar a autoria !

domingo, 31 de janeiro de 2010

"Os sentimentos nunca, são convidados. Por isso chegam sem avisar, e permanece apenas por um tempo. Algumas pessoas dizem, que não querem sentir. Tentam separar o corpo de sua mente. Quando se tenta contra o destino, você desaba e cai. Treme como se fosse uma criança pequena. E eu ás vezes sinto que poderia governar o mundo."

sábado, 30 de janeiro de 2010

"Seus olhos, viam. Seus lábios liam. Sua mente raciocinava... Era tudo previsível, não?
      Agora, tente adivinhar?
"O inferno, foi feito no paraíso."
    "A poesia, é como um novo
pôr-do-sol pra mim. È como se fosse uma
viagem para longe.
Numa máquina, do tempo
Poesia, é como um novo luar
e encontrar o caminho,
de volta pra casa.

Se nós devemos morrer, agora
que então, isso aconteça.
Se somos bons, encontraremos, por
fim um paraíso
se devemos nos manter, vivos
então assim... Será."
"Falar é locutar o que pensamos, pensar naquilo que queremos, é buscar e ter pela força que não vemos, mas possuímos. A mente não é traiçoeira, traiçoeiro é pensar que nossa mente nos engana."
"Qual foi a maior loucura que já cometeu?
    ─ Tentar o suícidio, com a certeza de que não teria sucesso!
"Valeu a pena fazer isso?
    ─ Se não valesse, nem mesmo teria tentado!

"As vezes, adoto, e roubo
novos dos meus pensamentos.
È uma apropriação, necessária
quando se precisa sentir os gostos
da vida...
Não seria esta uma questão de sobrevivência,
mas sim de viver apenas."
"Nos meus pés, você
só para sentir como segue os meus,
passos
Como é ser o que sou
Eu poderei ser você, para
ver o que iremos encontrar
um na mente do outro."

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

"Então passe a ver que a vida, nos impõe armadilhas. Ante a nosso caminho, a beira de nossas estradas. Cabe a ti, pular estas armadilhas, e continuar sem que seja alvo de danos, causados pelos outros."
"Agora eu sei porque, nesta vida eu nunca estudei tanto. Tudo que eu quero, esta na história que ainda não se leu. Nos olhos que ainda não vi. O cálculo que está em minha mente para então criar. E não para raciocinar, o que já tem resultado como a, matemática. O pensamento que aqui vai ficar, é que temos todas as chaves. Das coisas mais simples da vida. Tentando aprender, a entender o mundo."
"Não é o trem que se move sobre os trilhos pesados. Movendo pessoas... Mas, são as pessoas a lotarem as estações para movimentar o trem. As estações nunca mudam, mas as pessoas mudam, a cada uma das estações..."
Deite-se querida, adormeça
Pode não gostar dos meus versos,
nunca estão a beira de sua cama, e nem
se quer ao pé do seu ouvido
Minhas palavras, caminham no ar
indo de encontro aos teus sonhos
São como as palavras, que se encontram
com teus olhos.

Aqui não escrevo em papéis,
e isso não quer dizer
nada
Mas delicadamente, você vai sentindo
por si só
Como se os versos fossem pra ti
surrados...

Durmo e não penso em nada,
como as estações, vem e vão
versando seu sorriso com estas
palavras
crio seus sonhos

Se eu morrer numa batalha, enquanto dormes
junte minhas armas, pegue meu cavalo
e diga para seus amigos como morri.
lutaremos pelo que é real.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

"Sinto saudade, apenas das coisas que ainda não tive. As que foram, eu não me lembro mais. As que quero ter, ainda não tem nome... E minha maior dificuldade, será encontrar, uma dificuldade que me faça parar. Ou não tentar."
Estava na varanda agora a tragar fumaça de um cigarro. Havia lençóis no varal e panos brancos, o vento soprava, olhei pra trás, a impressão de ver fantasmas, me assustei. Depois de segundos, estava sorrindo como uma criança que se assusta por querer, tendo a certeza de que o medo, é e sempre será uma impressão."
"As palavras, elas não tem gosto, mas passam as sensações... Elas partem do que pensamos, por isso nota-se que quando dizemos algo bom, as coisas permanecem boas. Quando ruins, elas se tornam ruins, e eu digo "Que a treva sempre esteja longe de nós" Este é meu poder..."
"Não quero esta certeza, quero viver isto que quero, arriscar nunca me causou mal, mas não fazer, sempre me custou deixar coisas passarem. Quero apenas que meus momentos, sejam sinceros. Sonho nas noites, arrisco nos meus dias, e sou feliz por não deixar nada passar. È um aeon, quando tentamos... Se não conseguimos, somos felizes por termos arriscado. Quando não fazemos, pelos riscos. Nos frustramos."
            "Agora sabe, porque não esta sempre a sorrir."
"Tô sem inspiração, e dai?
Quem disse, que ela não volta.
Tenho meus pés no chão, e ando...
Voando bem mais alto do que a minha,
própria inspiração. Até soa, como um
sonho...
Mas eu estou é bem acordado.
O Carnaval é fantasia, isso aqui, é viver."

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

"Cirque du Soleil & Nox Arcana."

              'Shadow Forest'
"Não são estas coisas simples que me encantam a ponto de me fazer viajar. São estas coisas estranhas, que me fazem parar no tempo, e ver que muitas vezes, podemos moldar os momentos simples, que adoramos ter, fazendo com que eles sejam eternos. Porque somente assim, podemos levá-los conosco. O simples eu vivo, o estranho eu transformo.
              'Miracula Aeternitatis'
"È uma sensação de estar só, de sentir-se rondado de vozes, mas ainda sim, só. Dum lugar que não existe, a melodia que encanta. Da calmaria, uma tempestade ao ouvir o murmurar de ondas tempestuosas meio ao mar. Fechar os olhos, não custa nada, sentir os pensares, por um segundo, uma viagem, que não se paga, mas se vive. Sem mesmo que algo, lhe incomode na estrada, ou te faça voltar."
"Nós e nossas canções, passam-se as horas,
podemos fechar nossos olhos, vagar
para um mundo distante. E podemos assim
nos encontrar novamente, mas agora ouça
a sua canção...
O seu amanhã, te levará embora
para longe do seu lar, ninguém
precisará saber do seu nome.
mas sua canção, sempre permanecerá
o amanhã, te levará embora,
para que o medo de hoje
tenha desaparecido.
Em qualquer uma das nossas canções mágicas.
Há um olhar agora, preso a uma história contada
e ela resta em sua mente, para te fazer,
acreditar
Ninguém irá perguntar-lhe o nome
desta história
Agora esta tudo terminado, e você
nunca estará sozinho
portanto, não sinta medo
no frio, ou no escuro
em seu sonhos, ou nos seus pensamentos.
O luar, sempre estará neste lugar para contar-lhe uma história.
Entre seu rosto, que é real de um abstrato,
outros contos, e esta história... Você faz, parte dela."

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

"Tudo que é bom dura para sempre."
"O número 13, é meu número da sorte. Gatos pretos, as vezes cruzam meu caminho, e eu não vejo um motivo para correr, ou se esconder. Olho através de um espelho quebrado, eu nunca sei, ou saberei exatamente o porque dele ter sido quebrado. Enquanto você vai a igreja as sextas-feiras, eu rezo em casa quando quero. Você se esforça, quando chega no topo cai. Você não tem má sorte, você tem é que acreditar em si para então exercer o tudo que a vida pode lhe dar. Eu acredito em Deus, e não nos homens."
"È como se este fosse um sonho, que não fosse realizar, mas chegar perto, seria sonhar novamente, para ser privilegiado com um realizar. Estar perto do mar, e se emaranhar com a lua e as estrelas."
"Gotas da chuva, são feitas de vidro. Poças d'águas de cristais. E alguns espelhos, são portais."
"Luar e Sol... O poeta, Luar, o Sol, a inspirar..."
Luares de outros tempos, de um só caminho, de tantas estradas...
Sol, de um outro mundo, de outro lado. Prazer raro seu calor,
que nem todos aproveitam. Dragões e vento...
A dona, o moço, o luar. O momento, a se fazer poesia."
             "O Poeta, Luar... E a dona, passageiros de um trem, que não passa por aqui."
"Tempestuosos, como água e fogo
trilhava olhos inquietos que se
moviam de um lado para o outro sem parar...

Um pouco de preocupação, nunca
mancharia uma história.
A determinação de esperar um momento é o
que te faz ver nascer o luar...

Assim como, o perfume carmesim, das
delicadas rosas.
A lua das montanhas
somos diferentes, de cada ser.

Este mundo meu, é tão vasto
quanto você a querer mandar na sua
imaginação.
Onde eu o transformo em ator,
que consome suas próprias vontades.

Aqui é sua fuga, e um abrigo
onde pode esquecer
aquilo que lhe faz mal, para
relembrar a mágica de quando criança.

Nesta vida e terra, podemos ser tudo
se posso me mover, acredito que posso voar..."

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

"Luci di luna, di Lue. Di Lue, i luci di luna."
"Luz do luar, da Lue. Da Lue, a Luz do luar."
"Eu não verei o mundo acabar. Mas escreverei sobre a destruição que o ser-humano, causa neste mundo. Se a ciência destrói a fé. A fé pode salvar o mundo, e o mundo pode ser salvo pelo ser-humano. As flores podem nascer novamente, nas floras mortas. A chuva poderá inundar apenas as represas. E o homem, ocupar o lugar das máquinas."
"O meu desejo, é um querer, e meu querer, é realizar."
        "Pessoas, vivem a se enganar. O poeta a se encontrar, sempre num caminho por estradas diferentes."
De não tentar... Frustrava-se.
De conseguir... Ela se alegrava.
De ler... Ela sentia, com a sensação de riso,
De sentir... Ela viveu. O que passou.
      "A arte de não tentar, te cancela de vencer."
"Qual é o seu maior desejo?
Aquele que ainda não realizei...
"Sem saber o que é, eu desejo lhe surpreender... Se dizer que sim, conhecerá. Se dizer que não, talvez deixará passar algo novo. A liberdade pelas coisas que amo, torna a minha vida magica, com seu retorno. A minha conquista, com sua paragem no tempo, a impressão de que tive um dia, mas de que nunca foi meu."
"Algumas histórias, as vezes
parecem se tornar uma reviravolta.
Tudo se dobra, como se nós
fossemos os contorcionistas.
Um movimento com a mão para
mover um objeto de seu lugar
e um pensamento, para encontrar-se
um velho truque da vida, nada é
o que parece ser, real. Até
que você possa ver, como um objeto que move-se."

domingo, 24 de janeiro de 2010

"Parece um reflexo... De seu estado, quando lhe dizem. Se impressiona...
Mas qualquer aparência que tiver com a realidade, lembre-se de que tudo será pura e mera coincidência."
"Sobre a morte... Eu digo que não podemos fugir dela, e ela não pode vir atrás de nós, isso porque iremos nos encontrar no momento, certo."
È do ar, denso e não visto. Da folha seca,
e da tumba esquecida que vejo história.
Do olhar morto que trás a ansiedade de um sorriso
de uma tristeza que carrega a depressão.
De um dia frio, que nos prende em casa
dum lugar aonde esconde o desconhecido
da ponte que liga o norte para o sul
dos passos que nunca parecem chegar.
De uma coisa mínima e sem sentido
de algo morto, mas que dou vida e ar.
De tudo que não se vê, mas pode-se criar...

"Feito de riquezas mortas"
Para sonhadores...
Tristezas, ou melancolias?
Pode ser de um fato, ou algum motivo
restarás apenas lembranças dos sonhos
de tudo aquilo que se esvai
será de seus trejeitos, erros e acertos
a realizar seu querer.

Vítimas de receios, carregam suas próprias
armas e defesas...

[Desfalque]

Vejo linhas de giz, com pequenas
poças vermelhas.
De alguns que já foram, assassinados
era um destino, devasso
que dizia que os mortos, nunca iriam
ressuscitar.

Agora podemos reescrever uma história
com a doce, justificativa
do nosso amanhã
Se estamos lutando para viver
teremos permissão para morrer

Dos incontáveis dias empilhados
o anjo da morte esta enfurecido
isso porque agora, podemos viver sem medo
dando permissão apenas para novos despertares
Enquanto sonhava acordado, foi tudo um sonho.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Interlúdio

"Gotas d'água... Passos de algum lugar, euforia das folhas que se arrastavam sobre o chão. Árvores agitadas, lago pairo com suas pequenas ondas devidos aos ventos do norte que soprava vagamente ao ar. Sereno sobre meio fio dos postes de iluminação, sombras espalhadas pelos cantos escuros. Lua cheia entre as copas das árvores, frio de arrepiar as espinhas e se encolher entres os braços... O vento zumbia... As nuvens pesadas e escuras percorriam o céu em sua vastidão. Passos de perto, a beira do lado, a sombra sobre a água. O reflexo da lua sobre o lago, atrai o cheiro das rosas. Seu perfume deslizava ao ar, o vento o espalhava por todo lugar. O parque abandonado, o carrossel rodava murmurando o ferrugem. Sensação de vazio... As folhas corriam... As flores dançavam, os arbustos se remexiam. O balanço com uma criança imaginária estava a flutuar devagar. Duas estrelas apenas, era uma do céu e uma dum olhar claro iluminado pela luz da lua-cheia. O frio aumentava, e a madrugada caía... Retirou as luvas de lã, e sentou-se no banco gelado entre a árvore, e um pedaço de tronco esquecido. Acendeu um cigarro, e ficou a fumar enquanto podia passar a sentir todas as mais sensações não imaginadas.
         "Era violinos, e cordas distorcidas. A calmaria um gole de chá, e a fumaça no ar. Gotas d'água que pareciam bateria, ao tocar o chão de terra. E o saquesofone que dava-se para tocar ao tremer os lábios."
"Ela odeia ter sentimentos. Porque sabe que sentir o ódio, seria nada sentir."

"O medo esta desaparecido."

"Minha mente reproduz isso, de novo e de novo. Noites atrás, tudo era assombrado, dias atrás, tudo pra mim. Parecia assombrado. Minha mente reproduzia aquilo que eu pensava. Eu vou continuar indo, do jeito que eu vim... È como se eu soubesse aonde estou indo, enganando a mim mesmo, num caminho assombrado para encontrar-me aonde não me assombro. Enganando a mim mesmo... Se eu ainda estou respirando, porque isso tudo é como um fósforo? Apaga-se lentamente! Mantenha-se quieto e longe quando eu estiver vivendo momentos paranóicos... Meus sonhos só são reais, quando durmo. Minhas assombrações quando minha mente reproduz, isso, de novo e de novo. Então não prenda a porra da sua respiração quando pressentir que algo está errado...
Experimente estas minhas palavras, e sinta elas renovando momentos. Eu posso sentir que já passou por isso, não disse que sentia medo, mas teve a sensação de que tudo estava errado, e algo parecia assombrado. Quem dera, eu fosse o único que neste lugar, passasse por isso. Seria raro, e eu não dividiria com ninguém... Faremos hoje tudo o que não pudemos fazer ontem diante de uma assombração. Sabemos que temos crescidos, por tudo que nós temos feito, e sentido. Ouvimos agora atentamente um fantasma do passado, que de novo, não volta. Mas nos vê renascer...

"Nada é o que parece ser, mas tudo é o que queremos que seja. Se há algo perturbando o sono, mantenha-se acordado. Não engane sua mente, mas deixe que sua mente engane suas perturbações."

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

"Não evitar o inevitável, é viver. Deixar o que passou, como aprendizado, é querer que nosso amanhã, seja intenso de coisas novas, porém, boas."

Um dia destes sentira o vento, tocar-me. Nunca sentira tão real sensação.
Eu sabia que não podia fugir. E ele ia te encontrar.
Parecia que já nos conhecíamos, de algum lugar, distante de um sonho.
Ele parecia que me conhecia, que me olhava diretamente através de mim, sem eu o ver.
"Meu maior sonho... È tocar o céu, e meu maior obstáculo, andar sobre as nuvens, sem tropeçar."
"Nossas emoções, passam a ser as reações mentais. A partir do que pensamos... Como frustrações, que passam. Como o vento que sopra, quando se levanta. Nossas ações informam-nos, de que há um ponto para mudar os objetivos. Continuará as aprovações. O que vai lhe desesperar, não é um possível não realizado. Mas sim um impossível deixado de realizá-lo"

Sonhos, extensos, quanto aos horizontes...
caminhos perigosos, arrédios de amor
para os momentos difíceis
lugar melhor não haverá.

Às vezes, iremos nos enganar.
Supondo as verdades, em falsas realidades.

Não há o que temer...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

"Era uma angústia, sobre as montanhas. Eu não via, mas sentia... Não podia tocar, mas ela podia me fazer sentir. Era como o vento, soprava, e assim pude alcançar o topo da montanha. Era só grão de areia, estas tristezas. Um passo novo para tornar o pó em chão para que eu pudesse seguir em frente... Não sabemos quando vai mudar, mas podemos mudar, antes que tudo permaneça da mesma forma."
               Inspirado, em Luz... Que mudou minha noite. E deu brilho ao luar que não existia. O meu Luar.
"Sofrer é parte da minha, missão imaginária,
soube antes de nascer, que a vida, é um jogo.
Soube no jogo, que a vida, não é ouro.
O prêmio... È nunca se libertar, para não deixar
de existir. Persistente."
"Eram sonhos, ou prazerosas
realidades ilusórias
um sentimento embalado pelo,
desejo, e outro de rancor

Como o tictaquear do relógio
pendurado sobre á parede,
sozinho, era desconhecido
a cada volta do ponteiro
a tontura, de desilusão

Encontrou a saída, na entrada
os traços, nunca foram
bem, profundos.
era hora, para suas revelações.

"O meu lugar."

O meu lugar, onde encontro comigo
É feito de sonhos, desejos... As flores, não nascem, mas vivem. È loucura...
O meu lugar... Onde posso ouvir os gemidos do meu coração
Como do topo de um arranha-céu... Eu ouço as pessoas gritarem... Sufocadas, meu lugar libera o ar
O meu lugar... Deixa-me ver o que sou
O que sou não teme. Como aquele andar, do meu lugar... Ouço-te gritar...
O grito ecoa... Percorre todos os espaços... Todos os tempos...
Dando-nos espaço para novos risos, alegrias... Do meu lugar, o sonho, se torna realidade, a poesia encanta e te faz sorrir... Do meu lugar, tem um arranha-céu...
Suave...
E por mais distante q eu me encontre... Ou vá... Sempre retorno ao meu lugar... Porto seguro... Brisa
Que transbordas doces fragrâncias. Suaves perfumes, que de longe, se via portos... Acancelava-me pela chama no olhar.
Então... Posso dizer... q amo meu lugar... Porque me completa... Expõe-me... Traspassa-me e me revela
Sair do lugar é perder o norte... É sentir-se só
É morrer aos poucos
E a morte não me assusta
O que me assusta é o que vai morrendo em mim...
Por isso volto ao meu lugar... Pra não morrer... Em mim... Você
Sobressalta o medo, para que possa então crer que a vida, é um eterno interpretar, como uma simples poesia... Não temo a morte, pois aqui sabemos que nos encontraremos apenas no momento certo, nossa poesia, é nosso ar. E nosso lugar, qualquer um que podermos encantar, com a nossa poesia.
               Cristina & Jefferson

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

"Pronto para ver o sol com novos pares de olhos.
Escrevi, um simples que da partida a um novo... Sentimento."
     "Quando ouve uma história de terror,
reage com arrepios, e sustos.
Quando passa a imaginar o medo, através
de suas reações, você o vive."
"Então, não mais deixe suas lágrimas, rolarem.. E apenas sorria, a chuva que molha aqui, lava minha alma, mesmo eu não estando debaixo dela. Mas desejo que o vento que sopra leve a ti, um roda-moinho de rosas perfumadas. Minhas asas planam aonde desejam. E depois de ter novamente renascido, me vejo no topo de altas montanhas, pronto para voar, para lugares que ainda não fui."
"Evitamos ser bom, para nós. Por fora, um legado, por dentro... Um cristal
Escrevia no escuro, para não incomodar. Tinha hora pra despertar, e vejo nos impossíveis meus ideias. E não há mais o que me infecta, se não o mal que deixo de fazer."

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

"Eu tenho um arranha-céu, de lá estou por cima de tudo. Do meu arranha-céu, eu não poderei falar, mas sim ouvir. De lá não há o que temer. Há uma triad de rosas, com três perfumes diferentes. Se uma pára, outras segue."

"12 Gardenal."

Agora eu sei por que, que os idosos vivem doentes
As drogas aumentam, em suas doses, eles nunca estão, ‘bens’
Como, em um conto de fada. A princesa sobrevive, o vilão,
falece. Assim, como seus pensamentos, lhe permite ler, e seus olhos
ver... Veja...

E aqui, o que sente?
Você toma comprimidos…
como se as drogas fossem seus pensamentos
como se seus pensamentos, permitissem
que outra pessoa fosse seu ente querido.
Eu pareço sofrer aqui escrevendo,
Parecia...
Oh, Deus... Será que devo lhe implorar
ou devo apenas admitir que tudo é feito de sua
bondade.
Não fugirei do que penso sentir,
assim como não negarei meus momentos.
A minha estrada depende de onde piso
se você está em meu caminho,
eu aprendo, e posso errar.
Se faz-me errar eu lhe atropelo,
se me ensina, eu divido.
O amor é paranóico, e porque eu
não posso ser paranóico?
Escutei, Raul, com sua dita frase
“Quando quero relaxar eu bebo”
Não relaxo quando bebo, viajo porque
Lhe ouvir me confundir, é perca de tempo.
Aceite-me como sou, e eu lhe aceitarei como és.
Não vivarei sua dor falada, mas lhe verei curar de suas
Feridas.
12 Gardenal, e 16 complexo ‘B’
Eu já experimentei, este drink!!!

"Este é o homem que
não quer o mal, mas que deseja sobre o mal, triunfar. Como feito."

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

"Não sinta, apenas pense, sentir.
O sentimento, nos causa danos, assim como o que vivemos, são eles que nos dão... Os pensamentos..."

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

"Fantasias e melodias, numa poesia."

"Se me perco, me encontro
pela frustração.
Caminho, e descontínuo
Fantasias, melodias, esta poesia.

Poesia para a guerra, feita
de melancolia, sobretudo
sem sentido.
As vezes, criada por você.

A sua curiosidade, as vezes
lhe motiva. Tal interesse
pelo que não é misterioso
Minha poesia, é fruto proibido.

A natureza exerce seu fascínio,
com fortes chuvas e tempestades.
Serão sempre novos tempos,
minha poesia, será gota cortante,
em sua chuva...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

"Percalça, era tua vida
cheia de armadilhas e ciladas
a cada momento que,
passou
Minaram seu passado, vivo no
presente.
Seus dias, passados,
seus dias, de hoje.
Foram de maus, e bons
momentos.
Talvez tenha vivido, pouco
amado apenas o mercúrio
seu mundo azul, deveras...

"A suas cordas, concedem sempre uma folga. E você ainda poderá seguir, sem algo que apenas pressente."

"O amor, é puro mercúrio."

ㅤㅤ“Menina estas suas lágrimas... Sempre serão secas, e um pouco amargas seu rosto, e seus olhos lacrimejados, parecem mais velho do que tua idade. Menina, andou bebendo mercúrio de amor? Teus lábios azuis e trêmulos, você só esta se esforçando a enxergar. Sempre de tão longe, para poder continuar. Pra que parar? Sua vida não enguiça, seu sentir lhe para. Não beba mercúrio, só deixa seus lábios azuis, e sua vida enguiçada. Mas você se esqueceu, que seus passos, estão sempre a te guiar para lugares que você, nunca esteve. Antes de sair de sua porta, nunca lê o que esta escrito nela. Por que não pula a janela? A solidão quer destruir tua mente, que é talentosa. Como poderá, você saber o que você não pode ser se você, não consegue ver aonde você está indo? Passa-se para um estágio perigoso... Mas tudo precisa continuar. "Liberdade, será uma palavra, cheia de dor e cinismo."

Correta, não é a vida
Imprevísivel seu amanhã,
sem um querer
Pequena, não é a
esperança

As contradições te, acercam
como matilha de lobos,
que adormecem sobre as sombras
pronto, para devorar-te

Nesta existência, de tantos passados
sempre há um dia,
que venha a certeza acalentar
Quando não estarmos entre os vivos,
posto será o fim pépetuo, dos seus,
desenganos...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

"Porque sempre dizem, sempre?"
"Bebidas e cigarros!
Poesias e insanidades... Este são meus paradigmas!
Viver e sorrir, seguir e ser feliz!
Querer, ter, perder, sonhar, sentir... Acordar e desejar viver
Dormir e despertar, e se quiser, realizar. Tremer aos pesadelos,
e apenas, achar graça... Para usá-los, como inspirações."
     "Esqueça qualquer jogo, as regras, as mesas sujas.
È tudo de cristal, se você pisa, desliza. Se aposta, perde. Se joga,
segue as regras. (Inimigo de jogos)
"Sempre é possível... Impossível, é aquilo que não desejas ter."
"Será, que está tudo bem?
Espero a foto, e tudo é filmado...
Ah, eu espero sem pensar,
faço pose para o flash
seria minha imagem,
pro infinito
indizível sorriso,
circunda meu horizonte,
além das vozes do espaço
Dantes deste tempo, havia dois
donos
agora tem uma só, a câmera
continua a gravar e trilhar o desnecessário
enquanto meu susto ficou pra trás
agora era desespero de risos
não poderia fazer nada,
se não esperar que tudo voltasse,
ao normal. Desliguei...
//Dinky....

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

"A sua fé, é crédula em função daquilo em que acreditas...
Depende da forma, que fala. Daquilo que pensas, e sua fé lhe dá.
"Meus oceanos, são feitos de gotas d'água."

"Meu discurso."

"Viver apenas como, um
de modos incertos, ainda
sim, corretos.
para que todos possam,
nos ver, errar e acertar.

Muitas expressões num olhar
como tantas novas inspirações,
constituindo alguns novelos, de
novos sorrisos.
Cuja a função, é dividir

Encontra-se a folha seca,
o surgimento de novas, dúvidas
os voluptosos sonhos
Pujança das verdades,
ao longe as pretensões astutas

Nunca se sabe
que de todas as nossas vidas
sempre estará contida
apenas a quem pertence
Visto de diversas formas,
em outros olhares
contudo um ser único.

"E continue vivendo... Pois a vida, é um eterno interpretar."

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

"Lívia... A Frida."

"Triste passado, acomete,
nosso futuro.
Confundi nosso presente, e assola,
nosso amanhã.
Pois seguir em frente, nos
enobrece.

Se esvai, o ontem.
Frente ao nosso hoje,
penoso amanhã.
Sempre a rondar aqueles,
que converge ao novo sol.

Será longo quanto a um sonho.
Arredará os perigos mais,
estranhos.
Os momentos difíceis,
a facilidade para encontrar-se.

Verdadeiros, labirintos... De sua própria autoria, mente e alma.

"Frida... A Lívia."

"Existe muitos desvios em nosso caminho. Ela só não aprendeu a escolher os errados."
E por quê? Era assim, tão confuso? Pensei que tivesse encontrado seus caminhos. Não havia esquecido? Das coisas que passaram? Ou era medo de esquecer, apenas?
Medo de alguma coisa nova... Medo de ter o desconhecido? De recomeçar do zero... Frida.
Um novo inicio, para acontecer novamente. Como se nunca tivesse acontecido, mas com a consciência de que tudo acontecerá.
Coragem de não mais sentir o que tinha... Não ter, ter, perder,e apenas sentir falta do que agora terá. Voltava para mesmice de ontem, de anteontem a antes de um anteontem... Ilusões, apenas miragens de ilusões. Diga-se que são amores que não teve, e de coisas que pode fazer amanhã. E ao pensar, sente o porque desta solidão boba, que te assombra. Se da conta de que é apenas fria, superficial, e as vezes, dona de seus pensamentos. Eu que te escrevo, não sei se estive próximo de uma fonte de águas cristalinas, a jorrar perfumes, pelo ar. Mas posso dizer que já senti o cheiro fresco desta fonte... Frida.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Eu não temo a chuva,
pois estando dentro dela.
Sou ela,
e ela a mim.

Sou a ilusão, que seus,
olhos vêem. O fato,
que sua mente cria.
A verdade... Que não mente.

O hialino dos meus olhos,
desvendavam-me, os segredos,
da chuva. Corpo, arqueado
ela era melindrosa, desnuda,
inundou-me com seu sabor.

A euforia interior, é
sua causa apenas aparente.
A minha euforia, transparente,
é a minha paz, interior.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

"Sem uma preocupação, e sem importância,
passe a lembrar de sua infância.
De certo, poderá sentir saudade, do
que é bom!
Ao fechar os olhos, sinta o vento.
E poderá sonhar com as meninas,
dançando ao luar.
Algumas novas canções de amores.
Violinos e cheiro de flores.

Vivo tragando meus vícios,
meio a minha solidão, nunca
sei de nada. E nem mesmo a quem pertenço.
Um vinho, um lugar, e a chuva.
Minha poesia, é meu socorro.

Quem saberá a minha cura,
se não eu? Para rir,
invento sempre um motivo.
E aqui, estão todos os meus segredos.
Se meu dia virar noite,
me porei a dormir.

Homens mortos, não contam
mentiras. Por isso, sabem bem,
mais do que os vivos.
Não creio em religião, e não
sigo o cego, não ouço, o mudo.
E ignoro, as explicações.
Acredito apenas, na minha...
Poesia...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

"E você poderá não ouvir, mas vai sentir.
Não é um aviso, se fosse,
as flores iriam florescer.
Apenas escute...
Os nossos sentidos, os seus sentidos,
são indefesos, como seu coração bate?
Quantas vezes correu tentando se,
esconder?
Você não vai recuar agora,
mas vai fingir desmoronar de outro lado.

Quanto a ti, estais tomando o lugar que muitos procuram.
Como se falassem da perfeição, é o que todos falam
Podemos nos sentir, tão pesadas que podemos pensar,
ser a carga do céu.
E então, neste abandono do mal, qualquer coisa, ruim
em nós, se tornará apenas um mero detalhe.

Não pedirei para que me acorde,
antes de tudo isso terminar
Pode ser que eu talvez,
esteja sonhando.
  "A monotonia violenta, esta apenas, dentro de sua cabeça... Se estiver inconsciente, me avise!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

"Uma força que criamos, por nós,
pode ser mantida. Elas se tornam,
nossas energias.
E nossas energias, pode ser recuperadas.
Em qualquer lugar, em qualquer, idade
Mudando, as flexibilidades,
nos hábitos impedindo o estancamento,
que ocorre em sua mente.
A natureza não cria chuva,
em sua caminhada...
Mas as pessoas estacionam-se,
por si mesmas.

domingo, 3 de janeiro de 2010

"Não decifro-a, e não devora-me.
Conheço-a, e surpreendo-me.
Intacto, por não ter sido devorado,
Surpreende-se pelo novo,
que lhe trás um mar de bens,
ou uma tempestade do que desejas."
             Para, Denise... de São Luís.
─ A mente é como uma porta. Aberta recebe o que deseja entrar. Fechada, impede que conhecemos, o que deseja nos conhecer. Depois de visto, é notável o quanto pode ou não, nos fazer bem. Como se não houvesse sorte, mas sim. Os pedidos sobre ela. E a terna impressão do azar quando nada dá certo."

"Estes são os dias que acumulo, com o peso das horas. Escrevo, e reinvento a mente. E é aqui que passo a não sentir o que você pensa sobre mim, manuseio a ponta dos dedos que pela mente se move como bem quer. Não tenho perguntas, mas sempre terei boas desculpas. Aqui nada é confuso, afinal compreendo o que faço de forma simples, isso porque se invento vivo, se vivo... Sigo em frente, pois se não isso, nunca haverá outro caminho. Incrível a marcha do tempo, os anos se passam, e crescemos. Genialidade quando notamos que o esquecimento, é a força da vida. Compreendo as percas como coisas não minhas, e aceito a derrota, como porta aberta. Para um novo campo, onde o sol brilha, e a noite apenas nos conforta. O tempo não destrói tudo, nossas mãos praguejam, pelo que dizemos. O ser humano destrói tudo... A fé, permanece num mundo, onde o heroísmo é vazio. Portanto, procuro ser o 'Rei' dentro das minhas próprias histórias."
   E o que sabes sobre mim? Sobre você? Será que somos iguais?
Dirigimos, ou somos dirigidos? Temos as plenas consciências, de nossas forças? O que será que nos predomina, tanto? A indecisão, ou uma decisão? Seguir em frente, sem vacilar, com os planos que adotas? Avançar por si só, ou ser empurrado?

Três... Em um só.

   Os (...) pontinhos não dominava sua irritação. E mostrava sua impaciência pelos pequenos erros, a qual ele se referia ao nada. Mas estava apenas revelado nele, os (...) pontinhos. Eu poupava meus nervos, controlando minha tensão emocional, ao sorrir.
   Em qualquer pessoa, encontramos algo impossível para ser reconhecido,
algo que sempre virá a escapar. A tudo que falam de outro, se torna,
uma pesquisa: Uma ânsia de ver os outros progredirem com total liberdade.
È tudo que faz os (...) pontinhos, serem apenas os 'pontinhos. A ser sempre o mesmo.

sábado, 2 de janeiro de 2010

    "O futuro?
Pensamentos do nosso presente.
    "Ela procurava um amor, e me perguntou o que era o amor... Eu lhe respondi:
       O amor, é a chave da cura. O Sinal mais belo da VIDA. Comprrensivo e inquebrável. O amor, para mim é um dom intocável para se machucar, como o Luar que da vida ao mar! Se amam, se tocam, nunca se machucam.
    "Eu lhe perguntei. "Quer amar?" Ela me respondeu:
       Quero aprender amar. 'Ela já amava e não sabia.'

"Memórias do futuro...

   "A casa era grande, e havia tantos cômodos...
Cheio de espelhos
ela já mais visitava tudo aquilo,
lhe mostrava apenas suas lágrimas.
Havia um jardim,
além de lugares que ela não costumava passar
se quer alguns minutos.
Agora usava outros atalhos para chegar até ela.
   "Era tudo resto pro seu futuro
Sua voz agora era aconchegante.
Sabia que não era o fogo que estava a se
apagar, e que sim, as brasas
que ela por final passava a domá-las.
Desvalorizava todas as portas,
daquela grande casa.
E passou a ler as janelas.
            "Glorinhah.

'As janelas

      'Mesmo quando aprendemos pouco.
Temos algo para mostrar.
E eu irei lhe mostrar, algo...
Muitos já lhe falaram
sobre a coragem, e sobre a morte.
Mas a coragem e a morte são definidas pelo medo
Sempre serão os covardes a temerem uma perda
de suas próprias vidas...
E se você pensa temer a morte
Então, entende sobre a escuridão.
Se há feridas que nunca irão cicatrizar
agora tem a certeza de que o que se perde
some para sempre
E que algumas coisas
serão sempre piores
do que a própria morte.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

     "O poeta, e as lágrimas...



De um lado, o tempo era apenas de puro demasio, nublado as nuvens pesadas carregavam uma fraca fragrância. A garôa caía fina, molhava as flores. E o vento soprava, arrastando as folhas, por algum lugar. Talvez houvesse a possibilidade de dizer que do outro lado. Chovia, e a mulher chorava. Ela temia por envelhecer, mas deixava que suas lágrimas corressem porque podia se lembrar da dor que sentia. Pensava em desistir, errar mais do que errou para se encontrar. "Quase não acreditei, pensei que não teria se quer um motivo para relatar os meus pensamentos, para divagar os dela."
Suas lágrimas se tornaram brilho de um poesia, e as letras capazes de mostrar que nada mais seria igual. Ela saiu sem despedir, e voltou para impedir que sentisse falta. Sem tempo de se despedir pela segunda vez. Chovia agora dos dois lados, e havia a ânsia do reencontro. Se isso não fosse real, não estaria escrito. Os pensamentos que ele tinha, a traria de volta. Os pensamentos que ela tinha, se realizariam.
        O poeta e as lágrimas de uma mulher...
       "Areia fina entre os dedos dos pés descalços...
Ela caminhava a beira mar, pequenas ondas.
Vestido rodado, era ela e a solidão
Noite
De ventos e brisa, de passos, a pensamentos
O tempo, passava o vento estava a seu favor
Ela não sabia o que esperava por ela
'Linda mulher'
Que falava com o 'Luar'
'Luar' que apenas ouvia aquela 'Linda mulher'
Sandálias nas mãos, e ansiedade no olhar.
Pela voz que não ouvia, a intuição de sentir através do olhar ansioso
Sobre a escuridão do horizonte.
As estrelas,
Flutuavam acima do mar em inalcançável lugar
Não havia a solidão, se não o pensar sobre ela
               "E lá por detrás das montanhas, o ribeirão era enamorado pelo luar que não podia responder aquela mulher. Mas deixava claro que de tudo que ela desejasse encontrar, acharia. Que tudo que não visse, deixasse a beira do mar, para que as ondas profundamente as deixassem ao longe. Como as estrelas que não se poderia tocá-las."
             "Como se fossem as 'saudades' que nunca acabam. Mas tem um ponto para matá-las. Quando se encontra! Revivê-la quando nos for de real sentimento distante, ou perto. Nada que passou comprime nosso amanhã. Mas pode ser que o nosso amanhã seja cumprimido pelo que desejamos agora."
       È sempre como o ano começa...