Levanta-te

"Isso tudo aqui é muito lindo ... Mas não sou assim,
sou o que falo quando não penso pra falar."

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Desenho ruas fósseis como se pisasse num floral de campos, que também me podem ser verdes. Em memória do que nem mesmo sei; aproveito o frio da primavera. Os galhos nus, não sentem o que eu sinto, mas só de existirem, me tomam por uma essência viva ... O tempo se se passa, assim me vou, a vida já não é a mesma nem eu sou o que era antes, me despido que vivi e agora conto um conto que veio de um fio de carvão, sob meu coração ... Se quer houve fósseis.
Depois das eleições; eles todos vçao viajar para Brasília, lugar de locações caras, e um custo de vida, que os de longe pagam. Um detalhe simples; com nosso dinheiro em aviões de luxo. Bebem e usufluem do melhor que não significada nada, que matérias que a vida me ensina ... Sujam as ruas e desenham nos muros, aonde poderia haver um desenho; pagam seus trabalhadores com teu próprio dinheiro. O mundo é um só, mas as Cidades dos mesmos presidentes, são bem diferentes de onde ele está. Eis um erro simples da perfeição dos erros que acreditam.
"Conselhos são irregularidades de vida. Por que enfim aceitar o que acontece, seria o mesmo que evitaria o conflito de ver a uma pessoa de sua forma. E aceitar o que são; Transforma-se em compreensão, o inevitável da vida."
"Não pense que teus olhos são a influência daquilo que sente, pois o que falas pode ser o mesmo que dizem, sem você ser. Evite pensar o que são; Veja-os como teus pensamentos."
Desço rio abaixo como tuas ondas deslizantes,
Aquilo que me tocas em transparência, transcede-me aos portais dos azuis ...
Mais celestes, meus escarlates cintilantes, como teus olhos,
Aonde nem mesmo caço pérolas no mais brando mar, aventureiro
Mas ainda sim, navego mais corajosamente num corpo de, Lêda.
Aonde encaro minha r e a l i d a d e, ao teu lado; Aventureira & Destemida
São nossas almas, que esconde-se em nós nos faz um.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

"Devido aos erros inconsequentes da filosofia. Deparo-me a toda tola percepção de realidade constitucional para o que é sim o erro mais simples; de existir e fazer as coisas que se sinta vontade."

"Nem há festas, nem carnavais. Existe em mim uma s i n a ...
De ventos litorâneos, não há em mim o n d a s, tenho um só mar.
Naufraga-se meus sonhos r e a l i z a d o s.
Navego por l é g u a s e mais l é g u a s
Pareço mesmo caminhar, sobre uma superfície não me vejo submergir
Nem festas, nem carnavais meu amor;
... SÒ E U & V O C Ê ...

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

"Hoje acordei mais cedo do que costumo acordar, olhei através da janela e assim, vi meu dia brilhar ... Havia uma ansiedade de ver-te, bastou-me ver o sol da manhã, como um novo dia que para mim brilhava, encontrava-me contigo nos pensamentos. Mas de tão vitral este meu olhar, o calor que me vinha, não era simplesmente o sol, eu te sentia, como te sinto agora! Onde as lágrimas caem, não são nossos passos que findam a estrada, mas sim as folhas que limpam nossa passagem ... E lá naquela ponte onde te vejo passar, bonita como o campo de primavera, silencio-me como te vejo passar, e lá por detrás do ribeirão, eu lhes escrevia meu amor; assim ...


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Desenhava as palavras, como o fio de uma lâmina
Sentindo-me algemado por teu amor, sorvi;
O vento, as águas, os sonhos, os desejos,
As floras do teu olhar, teus sorrisos mais perigosos
Eu deveria saber, mas isso tudo me bagunçou
Minha vida, nunca foi parte de uma luxuria,
Mas recebi a liberdade, e descobrir que sou o
Homem mais milionário deste universo,
Pois tenho teu amor, como luz e fonte de vida
Não quero mais nada, senão desenhar o céu
A cada amanhecer, é quando te vejo antes do
Meu sonhar; Amo você, pessoa
//Lêda Mikaelle


sábado, 18 de setembro de 2010

Queima as flores
Como folhas de pensamentos
Não se importa com os pontos
A fumaça sempre se esvai

Como também um vento sopra
Os ventos que é um só se arrasta
Separa-se das corredeiras
Como faz-se sem vírgulas

As palavras não fazem superstars
Mas os olhos vêem um balé estelar
Sem ordem de onde estarem
Espalham-se livremente

Como se faz meus pensamentos
Livre de ordens adjetivas
Canta os pássaros sem notas
Só fazem música ...

.E eu versos.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

"Dá mesma forma que a guerra gera conflitos. O homem torna-se incapaz de ser gerador do pacífico ao mundo que vive. Meu erro confina-me, para sorver a guerra e gerar a paz ... Como se faz agora, a tranquilidade me gerada por um conflito, somente meu."
"Atrás do que quero ... Para ser feliz, do jeito que posso. Do meu jeito para chegar, para te fazer ter um sonho bom. Não posso te fazer conhecer, mas ousarei te ensinar. Sem julgar-te, por falar mal. E agora não tem pra ninguém, que se importe comigo. Da sua forma senão da mesma que a trato ... Por respeito!
O que te ver de ser será, não é?
Minha loucura traz a sorte, minha inteligência consiste minha própria imagem notada.
Valor pela minha estabilidade consistida, viril.
Traz a sorte negada, pela a imagem virulenta e real.
Sem azar para ser livre o bastante de criar e reinventar; pessoa!


Interpretar é uma arte, filosofar é um poder que distingui a vida além de sua visão ... Pois o que está dentro, não é como o que está de fora. Mas o que está fora, é ternamente o que quer esconder o que está dentro ... Arte é ter sentidos que em momento algum, entrega-se ao que ouve, faz-se pelas vontades dos que dizem; mas sim, avita a própria mentalidade, causando o impacto de uma verdadeira realidade, pois se quer acredita que após a morte pode ter um paraíso. Pois isso seria uma crença, entre uma constelação de outras crenças.

"Tentei me contestar pelas limitações, pelos momentos mais importantes que deixei de acreditar. Como quem tem deixado passar as lembranças, algo teria perpetuado-me neste estágio estéril. Tão como momentâneo aos que já por mim passaram, estava na hora de libertar-me. Caminhar pelas calçadas, entre a sombra das poucas árvores que se tinha na cidade. Reinventar qualquer coisa que ainda não teria sido inventada ... Tenho olhos que emanam a verdadeira essência da humanidade. Coloco-me acima da existência, desejando sentir algo proporcional e mágico, o que me satisfaz com os sentidos. Recebo o conforto e uma sub-julgada segurança que me estabiliza o tempo todo. Não acredito que após a morte posso ter um paraíso, pois fui apenas recebido pelo mundo, que possui uma crença fundada no passado mais antigo. Que entrelaçou uma crença entre uma revolta constelações de crenças. E aqui onde acordo e adormeço, me vejo triste como um poente ás vezes se sente. Quão minha força é extraordinária capacitando-me a criar por si só uma decidida realidade. Durante um dia de sol, vejo regurgitar o dinheiro, como um metódico dia pronto para aumentar os lucros de quem já os tens, ponderando a necessidade de quem gasta, uma necessidade sub-humana e que dificilmente consegue distinguir que a sua vontade é o produto que gera uma propaganda; não gosto de "Grand's finalle's" abrando coragem, para impor respeito. Se não me têem assim, me terão assim, pois é diferente tratar bem, do que ser tratado mal. Vestimentas não brotam neste meu coração que é piedoso, mesmo quando eu queria que não fosse assim ... Desejo um lugar empoeirado, cheio de livros arredor, onde eu possa aspirar a ignorância que preenche-me de conhecimento. Purifico sem mesmo saber, devaneios de glórias absolutas que por fim encontram-me logo a frente. Enquanto enaltece a violência, e os hábitos mais incrédulos; Tomo-me por uma educação individual a qual somente eu pude me dar, nunca desejei ser o espelho dos meus pais, só meus traços trazem lembranças deles, não me compara ao que é mais velho. Só torno-me mais velho por uma sabedoria viril que nem mesmo homem moderno é capaz de possuir. E se eu tivesse de escolher entre a morte e a vida. Escolheria a morte, pois foi da vida que vim findar o desconhecido ... A idade Média, que se quer hoje é lembrada, por ter tido um obscurantismo, produziu conhecimentos que se quer seria a metade da inteligência que possui o homem moderno, e os conhecimentos de hoje se quer é a metade do que ainda está lá; no meu saber. E quando me dizem guerra, só vejo uma negação absoluta da paz, erigindo dos Deuses, uma ética, sem moral, crença do que fazem, e outros aspectos de uma existência dirigida por suas negações não-propostas por suas tradições.
[Jefferson Henrique]

terça-feira, 14 de setembro de 2010

"Para se realizar um sonhar. È preciso matar um sonho de antes."

"Não me ponho a crucificar Deus, no pescoço. Não carrego o peso da dor, e nem mesmo se quer me engano quando digo as coisas do coração. Levo Deus comigo nos pensamentos, penso como ele. Este que deu o ouro e a prata para que o homem pudesse usar seu coração como verdade, que o homem se quer 'nota."

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Artificial não é aquilo que se fala por pensar. Mas é aquilo tudo que se dispensa, para viver. Como uma verdade que nem mesmo chama-se, mas se vê acontecer. Ao contrário do que vivem, vivemos. E ao se importar com o que fazem deixamos de ter resultados óbvios, por resultados displicentes. Artificial é o que se faz sem pedidos sinceros, ao contrário de coisas que são feitas simplesmente por um prazer alheio de enganar. Sou feito da sede que me sacia, completo pelas coisas que me acontecem; resultados momentâneos, mas que nunca se viram sem antes eu os fazerem acontecer. Não de valores em notas, mas feito de riquezas mortas ...

domingo, 12 de setembro de 2010

Finja que sou o nada,
como a paisagem vasta do horizonte
Que simplesmente lhes entregam
Telas para se pintar, quando notar
Teremos então um palco,
nosso imaginário, esqueça o temor
Pois se não o vê, quem disse que
Precisa senti-lo?

Tenho o sol, como uma lareira
As nuvens como parte de um lar
Horizontes, como sedes de passos
Campos terrificantes d'alma
Como um grito ecoa pela floresta
Propaga-se o mistério de um segredo
D'onde vens?
Peregrino príncipe das poesias?
 ─ “... Une todas as coisas ... Como meu mar, de elementos de um sentimento leve e puro, no vazio que me dá, até lá te encontro. Sabe bem de cor, das coisas que preciso, sou feliz por somente tu existir, e completar-me. Unindo minhas estradas, transforma meu caminho. Une meus medos, reversa-os para as minhas coragens. Renova minha vida, a cada novo amanhecer, meu novo universo de versos, que faço-os para você que tanto amo, como a minha cachoeira, a paisagem que arrebata-me. Sonda-me de amigos, é quando o sol se deita, que posso me encontrar com a lua nos encontramos no mar, sobre as ondas que navegam os brandos segredos da vida. Uma ilha que mapeio sobre as sondas dos ventos que nem mesmo os vejo, e posso sentir as ideias realizadas dos meus ideais, verso a verso ...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

ㅤ       ㅤ    "Motivação & Frustração"

Um dia nitidamente branco, mas com o céu nublado. Me posto a janela do quarto triste a olhar as nuvens. È neste momento que ponho-me a pensar em problemas que finjo.

Se as coisas, fossem realmente como deveriam ser. Não haveria se quer a necessidade da ilusão. Basicamente eis o erro da dúvida ─ Quando percebe-se coisas demais. Como um espelho que naturalmente reflete, é certo; E errado como ele não pensa. Mas está é uma forma de dar sentido aquilo que se vê. O pensamento não é um ponto qualquer, como não haver razão nenhuma naquilo que sobrepõe ao inexistente. Uma criança quando pensa nas fadas, sabe que ela existe. Parece doente, mas age até mesmo como um Deus. Aquilo que existe simplesmente existe, não precisa se explicar. Como saber que todos os desejos se poderá realizar é simples; não estar cego. Pode compreender com os olhos e nunca com os pensamentos, pois compreender tudo que se vê é ver as coisas todas iguais. Frustração, medúnica não existe, pois é quando se pensa. Sente-se danado pensamento! È como as coisas que foram, só se lembra e não é ver. Diligências nos passos pelas estradas ... Uma ação humana, que faz e esquece. Não a pontualidade nos pensamentos, só o sol é pontual, mesmo quando não aparece no 'teu céu. Como dizer bendito sol de outras terras. Quando as pessoas, buscam despir-se dos teus imaginários lembra-se da forma que a ensinaram; raspas as tintas com a ponta das unhas, as mesmas tintas que pintaram os sentidos das coisas.

Exemplo e maneira de frustração:
"Quando uma pessoa sofre pelo seu personagem. Isso se chama delírio mental. Quando outra pessoa, segue este delírio. Torna-se uma insanidade, sem controle. Quando muitas pessoas, perdem tempo, causando intrigas, e conflitos num mundo 'falso' constata-se a passagem do tempo a vivência naquilo que estava pronto, e foi tomado. "a perca de ideologia, própria. È ostentação por bens que nunca terá... A linha invisível, te separa do real, e você passa a centrar sua vida ao nada, dando vazão apenas as palavras que geram sentimentos!"

Forma de motivação:
Aquilo que vem de dentro, pois acreditar que as coisas tem um sentido íntimo. E por fim descobrir que elas não tem sentido íntimo algum. E crer no corpo, tem mais valor do que fixar-se na alma. Creio em mim, antes de qualquer coisas!

"Deus fez com que eu perdesse o sentido das coisas. De tanto ouvir sobre este que nunca vi; passei a imaginar onde pudesse estar. Aquelas ventanias, de onde vem? Aqueles destroços, em meio as ruínas, ceifando a vida de inocentes? Tudo tão simplificado. O homem nasce, como de uma forma natural morre. Seja por si só, ou seja pelo destino que traçou pelos passos. Os lugares onde esteve, as coisas que fez. Deus fez com que eu perdesse o sentidos das coisas; Mas as cores, que meus olhos viam, era o que dava vida e tom. O timbre que ainda sim, não existisse, mas me fizesse ver além das coisas ... Sem um mentor feito de fantasias. Alegro-me por ser eu corrompido dos estudos temáticos, contínuos. Vivo num mundo de loucuras, onde há normalidades; acidentes, guerras, conflitos, falta de consciência. Televisionado a tragédia dos dias, se tudo isso é normal. Porque a loucura que se faz ver, estes horrores? Exerço aquilo que chamam de nada, pois se nada é. Alguma coisa, terá de se transformar; Hoje, sou uma festa. Amanhã desejo tudo ser ... Acordo pela manhã, como se tivesse nascido novamente! Os lábios profanaram, por aquilo que as mãos procuravam. E me pergunto; quem sou eu para falar com um Deus? Quando ele deve cuidar dos seus assuntos, e eu dos meus.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

ㅤ       ㅤ    "Motivação & Frustração"

Cada coisa, passa-se a limpo
Vai repor as coisas que estavam desarrumadas
Cada uma em seu lugar, como se desarruma
Por não perceber para que se servia
Endireita nas janelas sensações
E as percepções que degrinem
Aquilo que chama-se frustração
Varre o corredor, com motivação
Uma observação que ocupa um espaço
Limpa o pó dos móveis como uma nova mudança
Não nota, mas é só uma mudança de idéias
Eis um verso frustrados pela motivação
Um a um a que adoro
Noto o defeito do homem,
Que não é ruim ser doente
Mas sim; falarem que saúde é tua doença
Não encontra-se assim o sinal de cura
E por fim, frustra-se por não realizarem
O que é saúde para tua doença
Parte de um estado de intuição
Confuso e complicado
Avita a mentalidade, semi-igual
A intelectualidade do temperamento
Que deveras torna-se objectivista
Ao invés de frustrada e doentia.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Quero os impossíveis,
Pois tudo aquilo que é possível
Faz-me duvidar, se existe o que vejo
è duvidoso, quando parece não ser
E é certo, quando nada é como quer
Pois quem deseja, somos nós;
quem realiza sabe bem que foi
Impossível, sem antes ter tido
Uma incrível tentativa de possuir
Os impossíveis mais possíveis ...

Não é um fato, é uma verdade.
Os fatos se criam, pois o que
Os olhos vêem, pode ser aquilo que
Lhes dizem, ou fazem sem ter
Teu pensamento, para decifrar
O contrário das coisas erradas,
Mas que se faz certas, por outros.

E onde está esta canção ...?
Começo a ouvir as copas, das árvores,
O lago a ondular pequenas imagens
Sobre a margem que desenho,
Que desenha teu sorriso
Não sei se é uma canção;
sinto que pode ser mais do que isso
È uma riqueza, o que penso
Não pesa, faz-se leve
Entre nuvens ... Não sei ao certo,
Tenho horizontes!


As "Ervas, sempre inspiravam os poetas ...
As cores, eram tuas "Ervas ...
As loucuras, tuas sobriedades ...
As andanças, teus achares ...

Mas além de tudo, não eram "Ervas;
Era uma "Erva, proibida por "Eva ...
Só um pensar, nada de egoísmo ...
Dividia tuas inspirações ...

Fazia nascer a cada amanhecer,uma vida, completa só
Por sentir os ventos, que arrastavam
O cheiro das "Ervas, e trazia
Sempre uma nova fragrância,

Uma noite silenciosa, cheia de paz ... Ao invés,
De transtornos sem cor e tom ...
Só o cheiro gracioso
Dos Deuses, que via só por imaginar."
"Erva//Luar."

Então sinta, o ar pesado carregar toda fraca fragrância dum sorriso ...
E sinta a suavidade de uma noite que cai, seresteira ...
Traz consigo a fragrância da vida,
que nasce a cada amanhecer, tenha sol; ou nuvens nubladas
São estes tons que dão nome as coisas,
pois não é a nuven que dá cor ao branco brando até dos ursos polares ...
Mas sim, o tom branco que dá vida ao urso polar ...
Você se encontra, quando sente sua imaginação colorir as nuvens escuras,
E teus sentidos, apreciam o que é vida.

domingo, 5 de setembro de 2010

"De olhos fechados, posso até mesmo viajar ... Mas de olhos abertos posso compreender, que aquilo tudo que me falam. Nada é! Se não o que visam ... E diante tudo que sinto, indiferente do que me dizem, sou aquilo que vejo por fora. Pois me conhecer por dentro, e dizer aquilo que não penso. E mesmo sem ver, entendo que nada é feito daquilo tudo que antes desconheci. Para agora dizer o que sei ..."

"Também sei falar o que você diz, e ser aquilo que tu diz pela boca. Pena que não posso ser aquilo que tu pensa sem ver antes dos olhos. Que nada vê sem antes pensar ... Pois sou aquilo que me mostro. Sem que teus olhos necessite de pensamentos. Pois aquilo que vês, não é aquilo que pensas, sem antes conhecer."

sábado, 4 de setembro de 2010

Adoro o ritmo desta música ... Não como a que ouvimos um dia, já passado ...
Comprova que enquanto outros fazem guerra,
A loucura está longe de toda normalidade,
dando risos aos Deuses, mais distantes dos homens ...

Que acreditam em um,
quando há outros lugares
Outras coisas, um MUNDO, uma VIDA Para se viver; Estranho, não?
È sempre as palavras de um filósofo

Poeta, pode ser que não
Só forma-se versos, decifram os medos
E expõe a coragem, de fazer
Aquilo que é alheio ao que jazem

Tristezas e Demasios, tudo isso é muito lindo,
Mas não somos assim, Somos o que falamos, quando
Não pensamos pra falar.
E acredite, até este teu olhar tentador, encanta-me!

Poderia até lhe convidar pra sair,
mas quem sairia com um louco?
Que quer ver a lua, nascer no topo;
De uma montanha gelada, uma fogueira
Me permitiria, ver este teu olhar ...

Hum, hum ... È, não sei!

Em recordações di, Karol