30 de dezembro de 2011

28 de dezembro de 2011

"Pelo pensamento do que nunca poderemos ser, deixe-nos crer."
"Ser livre ser grande."
Estar distraído é sentir, buscar infinitamente a razão para nunca sermos amados, e ver que somos nós quem colorimos as paisagens.
"O lago mudo inundou meus sonhos, me trouxe o cheiro da vida. E tudo isso aconteceu por entre estas janelas embaçadas pelo frio."
Estas vertigens ferem o horizonte

Irrompe os medos
Naufragam está esquizofrenia

Agora toda esta paisagem
Se finda em mim

Mestiça o céu de azuis epicentrados

E me estranho longe de ti
Mas permaneço como sou e existo
Para mim é real esta mera poesia

Estes meus sóis distantes daqui
Estas minhas luas no olhar

A que pernota o fim do mundo

Só como um estudo sem fim
E tudo isso como um inferno
E um céu que não se fundem.

12 de dezembro de 2011

"Eis o melhor e o pior de mim."

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Não se tem verdadeiramente intimidade com o amor, é como uma indecisão manter-se perdido ao entrar. Mesmo que houvesse amor sem indecisão, ainda seria como o mundo não o entende, mas sente. Um dos meus sonhos esta na distância entre o amor e a indecisão, é como uma simples vontade de solução para meu próprio intimo. Nenhum temperamento se adapta ao amor fragilizado, não existe um caráter neste mundo que dê um leve indício e que o amor é o que suficientemente nos aproxima do extraordinário. È difícil de conceber a alguém nossas importâncias, é o que aflige como se feito uma promessa não cumprida. Imaginar o amor, pode enlouquecer, torna-se cruel quando há indecisões que determinam a realidade oposta do que se deseja verdadeiramente viver. "È como detestar o princípio e o fim das coisas que são dois pontos definidos."
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Talvez uma inteligência viva que é estar consciente nas decisões da vida, faça com que tudo seja mais simples e determinado. E tudo que aflige é indeciso, seja no começo meio para um fim, que jamais se acaba por pensar, pois ainda sim, um dos pontos definidos seguem seu plano. Penso que sem amor, a imaginação torna-se prematuramente intensa, e nada pode simplificá-la, detê-la, ou defini-la em pontos semelhantes.


"Momentos determinados, inteligente de sinônimos."


Dedicado a//Bi.

9 de dezembro de 2011


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E que esta genialidade e loucura,
te faça existir, aos princípios de seus números
E que assim estas ideias cresçam,
Como se fez crescer uma menina

Que só as tuas intuições te guiem
E nem o sol que se esvai esconde seu sorriso
E que nestas noites enluaradas, se encontra a brilhar
E que esta inocência te faça sempre regressar

E mundo que gira, não te faz girar
Te faz ver além das fronteiras
E vida que passa e te faz conhecer
Teus modos e vontades adormecidas

Como se o tempo, fosse teus olhos a guiar-te
E como coisas que não deveria saber
Sabe desvendar-te em meio as noites divinas
As que mais se tornam tuas e teus males

Como um destino ou uma coincidência
Vivendo para o bem ou para o mal
Ès o corte de um diamante teu riso,
Ès intocável se teus pensares desejarem.

Dedicado//Jenny

8 de dezembro de 2011

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"Eu sou a realidade do que sonho. Assim posso acreditar que a partir de mim, todos os impossíveis podem se realizar."
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"È como se teu beijo, abrisse meus olhos
Levando-me para outra dimensão
Talvez para um outro mundo,
Por isso eu arrisco tudo e mais um pouco de mim

Onde só teus olhos me dizem o que fazer
E cada passo seu é como uma magia
Que me prende a todos os seus movimentos,
Seu toque, sem se aproximar, só de olhar

Maneiras sujas, suas de jogar
Meu jeito sujo de te buscar
Uma maneira de fazer tudo acontecer
Ao seu lado, no nosso mundo, nosso mundo...

Como se pudesse me envenenar,
Escondendo coisas que eu já sei
E ouso guardar como um profundo segredo
Onde teu beijo em mim, é mistério

E isso tudo talvez esteja escondido
Por entre lençóis que ainda cobre um corpo
Soado ao desejo de amar-te como uma ápice,
desejada em todos os meus mundos."

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"Beije-me como se não houvesse gosto melhor. Sinta meu corpo vibrar sobre as ondas de seu sussurro, como se um trem a aproximar-se. Mais perto, deixando que cada centelha das árvores se desfizessem após todo o seu silêncio. È como um espelho d'água, repleto de sobrenaturalidade adentro, e mais perto.("NECESSITO DO PRETO E DO BRANCO PARA PINTAR COM MINHAS CORES, POIS AQUILO QUE JAZ COLORIDO NÃO PODE RECEBER OUTRAS CORES. ISSO NOS PERMITE TER A IDEIA EXATA DO QUE FAZER NAQUILO QUE AINDA NÃO ESTÁ VIVO CONSIDERADAMENTE. NÃO PODEMOS NOS COMPROMETER COM A OBRA JÁ PRONTA, É COMO UM PRESENTE QUE ANTES TERIA SIDO DADO A QUEM O MERECE. POR ISSO PODEMOS MODIFICAR OS ÁTOMOS, COMO OS CRISTAIS SEM CORES PARA FAZÊ-LOS ARTE COM AS PRÓPRIAS MÃOS E COM OS PENSAMENTOS. COM A DEDICAÇÃO QUE SE FINDA NAS CORES DO PÔR-DO-SOL.)
Como está chuva cinzenta que cai, pairando sobre montes e arvoredos infinitos, em que logo se faz por uma chegada da noite. Para o beijo da luna, e uma sensualidade de apenas existir sem comedir os lados visando tudo que está adentro. E daqui deste cômodo eu posso ir além das montanhas que me separam do seu lugar, indica-se com o dedo para onde se quer chegar, e as estrelas mostram o caminho. Não é tão longe daqui, pois o amanhã logo chegará e com ele um dia para celebrar os cordões de flores, deitar-se sobre os trilhos pesados de um trem a se aproximar. E só levantar quando o corpo não mais suportar a vibração natural da terra. Seguindo contra o vento, tendo a sensação de ser o próprio tempo. E tudo muda num instante ...

"E todas as canções soaram, assim ... Ténues e suspensas ao mesmo tempo."

7 de dezembro de 2011

6 de dezembro de 2011

È, este silêncio que te sufoca, sua voz presa no pensamento. Como se um ponto que tornasse tudo feito um distúrbio, uma coisa indesejada que faz com que tudo torne-se mero e semelhante ao que não importa. Deixava as coisas lá, aonde escondia-se o silêncio, uma silhueta fria em meio a neblina arrastada com o vento solstício. Não se renderia tão facilmente se soubesse que nada assim pensado realmente aconteceria. Como se uma febre que te faz sentir medo do escuro, escondendo seus pensamentos, aproximando-se de ilhas desertas, onde a razão do seu pensar, esconde a sua metafísica, seu gesto. Não seria melhor expor tudo como se erupto para desvendar-te? Articulando os meios mais simples de se entender, de ter uma razão para esconder apenas seus próprios segredos, não exigindo atenção. Dominar os movimentos para buscar o torpor da alma.

"Mudanças do tempo, da hora noturna"

Uma imagem refletida nos olhos
Como se uma memória deixada no quarto
Que trancado escondera os medos
De não poder existir no amanhã

As fotos manchadas por meras lágrimas
Que com o tempo, cristalizadas estavam
Sobre uma escrivaninha, já esquecida e velha
Guardando cartas rasuradas no escuro

No silêncio das noites frias e cinzentas
Que nem mesmo as sombras se desvendavam
E o meu corpo sussurrava teu nome,
desejando teu corpo a me acalentar

E todo sonho, tornou-se uma realidade
Inatingível ao impossível, que estava realizado
E o meu teto se fez uma pintura íntima,
desenhando constelações de estrelas marítimas

Uma janela entreaberta pelas cortinas,
e o vento invadia o quarto silenciado pelas paredes
Solstício de inverno, e eis o melhor de mim
Aqui sobre este olhar tênue a janela afora,

5 de dezembro de 2011

"O mundo inatingível."


Tenho nos olhos o fascínio,
O fascínio das risadas obscuras
Das bruxas que vislumbram as noites
Das fagulhas que juntam o meu ser

Em noites profundas estreladas
Onde as centelhas se misturam nas cores
Em que os rochedos são todos majestosos
De um brilho raro que se fazem utópicos

O fascínio pelas bruxas malvinas
Que domam os mundos e rompem oceanos
Mergulham sobre ares e alcançam os espaços
Diminuindo todas as múltiplas cerrações

Se escondem os cordeiros por entre arvoredos
O frio aquece e mutila corpos nus,
Que medo assombra os terrenos?
Desce a lua e rompem veredas

Que este meu corpo é total inatingível
E que por dentro é totalmente rios fluentes
Que falta o sonho das esmeraldas
Sou fascinado pelo brilho
Sou fascinado pelo brilho dos seus olhos.

1 de dezembro de 2011

"A casa velha."


Cheia de cores e livros velhos esquecidos
Empoeirada, toda enfeitada, pequena casa
De muitos lados e raros quadros
De gente boa e acolhedora
Longe e escondida, casa bonita
Paredes claras a luz de velas
Teto enfeitado a mil cuidados
de móveis velhos, todos antigos
Porta da frente, sempre trancada
Entrada aos fundos do outro lado
Bosque escondido além dos muros
Nem são tão altos, mas são sujos
Frondam as arvores as sombras mansas
Que atenta olhos aos belos frutos
Flores que cheiram, perfumam a lua
Como se as noites fossem infinitas
Longe do lar a qual inspira
Lá fora o medo, aqui o sossego
A casa velha toda enfeitada
Com cheiro antigo, é um novo mundo
Que é todo belo ao que se enxerga
Que bela casa a casa velha.

(Uma poesia escondida)

"Milhões de dedicações."

Versos fraudados em montes de sentimentos
Que é isso que faz sorrir?
Sem motivo que te faça existir?a
Que tanto se dedicas pra um verso

Não és letras nos meus murais,
de pensamentos que me fazem só um infinito
Ès apenas a razão do seu ser
Que não me tens com parte deste verso

Quem és tu de quem falo assim sem saber?
Serás que sentes estes mundos paralelos
Diversificando em milhões de espaços,
desconhecidos de si e de mim mesmo

Que este vento bate e sopra pra voltar
Em um lugar qualquer em que habitas
As frases tímidas do seu olhar
Os versos frios do meu sentimento

Que brota as brasas da lenha a queimar
Como este rio lazúlis que encontra-se cercado,
de flores e sombras que me escondo
A neste lado a tu me encontro.

30 de novembro de 2011

"Um belo dia dedicado a dois tempos."

Dois passos para um horizonte que sorrindo,
disfarçadamente, trás a alegria ao invés da tristeza
Ela que sem querer, adentrou aqui
Fez o mundo mudar num segundo ao olhar

Que se fechado não se permitia,
Que quando aberto, tudo se fez novo
Violino, a mesa de café ...
O centro de sua atenção

Como se fez nova aquela lembrança de amar
De ter a quem dar um sorriso e ver a esperança
crescer por entre os sonhos despertos
Tanto faz se um dia de sol ou chuva

Vento que passa levando pra longe
O que nada mais importa, pois é ali
Que esconde suas veredas e horizontes
Como uma pequena criança a sorrir,
Vanessa/PR
"Como se não houvesse tempo de viver,
E ela então decidiu fazer tudo o que queria
Assim descobriu mil maravilhas,
O mundo que ela inventou."

24 de novembro de 2011


.Perder-se ao entrar, descobrindo
Um fim de tarde ensolarado
Que gigante é o céu, além de nós
Um mundo portátil para os olhos

O que não tem segredo,
Chegue mais perto, mais perto...
Perca-se ao entrar,
Eis o melhor e o pior de tudo

Um mostruário vivo ao ver
O que não é difícil,
De se entender, repare
Uma porta-bandeira de si

Da alma particular estampada nos instantes
Num fim de tarde calmo,
Em que nada se esconde,
È quase um segredo, que se bebe
_________________________________
"Há dias que não temos o que fazer,
basta estar aqui, para reparar as coisas
Olhar para longe, e se aproximar
Como um infinito particular."
Tenha uma tarde adorável pessoa,
PoetaLuar

22 de novembro de 2011

A mão que lentamente vai dando voltas,
Os olhos preso nos segundos do relógio
Tentando separar o corpo da mente
Uma agradável memória valiosa da vida

O que ontem foi,
Uma história
O que amanhã virá,
Um mistério

Pegue este momento, faço-o durar
Tentando deixar o futuro
Para esquecer um passado
Certo como a vida, e a luz do dia

Vencedores e perdedores, os que mudam
As páginas da vida, de esforços e contradições
Havendo covardes e heróis
Tilintam amados e odiados

Podendo ser um a cada dia
Para entender o que significa o hoje
Porque há horas na vida, que se deve ficar
A mão descansa sobre a escrivaninha

E olhos se desviam dos segundos
Visando a janela abatida com o vento
Rindo das histórias não contadas
Para que o mistério seja o próximo simples amanhecer.

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"As vezes tudo se distorce e não entendemos o porque,este é o próprio significado do saber
Que não deve ter esforços, mas sim uma simplicidade
De compreender que tudo na vida, é feito por medidas
Que pensamos antes de viver."
PoetaLuar

."A chuva que cai, é imensa no céu
Da janela a lembrança como gotas de orvalho
Do tempo que ficamos inertes a vazão do sentir,
Pensando no que seria a vida
E ainda de soslaio, naquela janela
A vaga passagem do vento ao temporal
Numa noite permanente as horas."

19 de novembro de 2011

Nicole//Alex//João (Família)

.



Hei baby, ouça a voz ... A voz que canta mesmo em timidez,


que aprende sem querer, desejando o saber


Como um tiquetaquear do relógio...


Que passa levemente, baby, baby!






"A vida pode passar, mas os nossos laços não. Isso significa um entender sentimental que vive por desejar, não por querer as coisas alheias. Então depois de um bom tempo tudo se junta como se fosse um laço que não se pode quebrar mesmo que o mundo queira por seu desejo, mas nossa vontade de estar é o simples desejo de existir como uma família que nunca se separou, mas sempre esteve junta mesmo que distante."

16 de novembro de 2011



"È, as coisas mudam, como o nosso tempo muda. E quando nada parece estar certo, alguma coisa passa a enternecer aquilo que chama-se ilusão, pois mesmo que não aceitemos as coisas que nos acontecem em vida, é necessário saber que estamos aqui neste turbilhão de acontecimentos naturais, ou que as vezes nos pareça ser sobrenaturais. O que me faz estranhar é: ver as pessoas buscarem sem uma verdadeira razão de viver. Ter a certeza de que buscam apenas um espaço para si, deixando de crer que ainda é possível salvar aqueles a beira do abismo. Tenho refletido pouco sobre o mundo, meditado o bastante sobre as pessoas. Auto-criticado minha inconsciência que abusa as vezes da minha sã capacidade de poder, ser, fazer, ir e pensar em não mais voltar. Quem sabe isso não soe uma solução visível, já que é totalmente errôneo acreditar nas pessoas por estas serem incapazes de si mesmas. È plauísvel que eu tente alguma coisa diferente das que já foram feitas antes, sem temer ao coágulo que nos compromete a deixa, o abandono, o desacreditar doespírito que possuímos e são fortes por nos acolherem ao corpo fragilizado que pode num segundo partir de nossas almas. Caminhar sobre os trilhos não me parece uma tarefa de loucura, afinal é perceptível a chegada do que pesa nos trilhos, podemos desviar num segundo para sobreviver, e ainda sim ter a sensação de que o vento passageiro nos acalma sobre uma terna sensação de agrado. Nada que exista neste mundo pode consumir minha paz. Nada que seja escuro pode destruir minhas cores. E por uma imensurável consciência eu não falo do amor por incosequência, se pretendo viver um que ele me seja estreito por chegada. Pois se nesta linha reta eu chegar com facilidade, não terei gosto de preservar. E se eu acredito que haja espaço além do que está sobre as nuvens, é porque eu acredito que minha alma possui a claridade do realizar.

14 de novembro de 2011

O desconhecido é um mistério,
um desejo de descobrir
Um destino desconhecido
Como o nosso o é,

Uma página em branco,
pintada a cores dos olhos
Vestido de um novo dia
Para o que der e vier

Para assim viver.
"Não é a mim quem aparece na hora certa,é a hora certa feita para mim. Estar, acreditar, até que tudo esteja como deve ser."
Tenho a intuição de que algo tenta lhes persuadir, mas isso não é questão de seu querer, até mesmo porque, toda crise deve ser vista como uma solução. A ideia de que tenha perdido o chão não significa um fim, mas um momento em que aprende a se superar, a superar ... O limite que temos, não esta no dia e nem no que fazemos, esta no momento que vivemos, pois decidimos ir além, ou um basta para parar o que nos incomoda. Com tudo, você nasce, cresce até que morre, como uma flor do campo a toda na primavera, até que possa novamente crescer, com paciência espera mais três estações até que volte o seu tempo, mas deve saber que pode superar os climas. Afinal nem tudo pode ser como queremos, mas do modo que fazemos pode ser sim, um momento de extrema confiança ao que se fazer, para que o sofrimento não exista mesmo numa perca, assim se sabe que apenas se tem a ganhar quando então o chão reles ao nossos pés não é nada além do nosso pensamento que pode enfim, VOAR!
"Talvez seja isso que nos faça acreditar, que por mais que demore, aconteça o que menos esperamos, para que seja maior do que aquilo que não queremos em nossas vidas."
Por isso digo: Você possui uma essência de suavidade e isso faz com que eu queira existir para que tu exista.
─ “Seus olhos fazem o que suas palavras as vezes não fazem. Por isso sigo a intuição que diz seu olhar a seguir meu gesto."

13 de novembro de 2011

"Perdoe-me, mas as vezes o tempo, não nos permite estar sempre no mesmo lugar."

Com tudo vale lembrar,
Acreditar que tudo esta bem
Para que assim fique ...
E então, tudo comece,
Novamente.

4 de novembro de 2011

Esperando que aconteça algo
Algo que os olhos possam ver
Que sejam desastres maiores
Uma tempestade que se forma

Explodem seus motores
Como se o pecado do seu próprio destino
Todos estão vendo, mas não ouvem
Buscam o que não é revelado

O fim é um rosto na areia?
Ravinas explodem como um destino
È como um longo dia, interminável
Onde a água se torna vermelha

A quem morre por você
Você morreria junto?
Planos sem fazer nada
Nada para se planejar assim

Sentindo que as vezes pode governar o mundo
Mas treme como uma criança
No fim do dia é noite
E o amanhã nos chega mais vivo

Lá fora o frio
Você pode me sentir?
Além dos muros
Você pode me ouvir?

"A rainha de espadas."

"A rainha de espadas significa malevolência secreta."
(Nova Quiromante.)
________________________
Quando triste estava o tempo,
Os amigos se reuniram
Para jogar.
Dobraram as apostas
Os astutos, tranquilos,
Alegravam-se.
Todos tiveram turnos
E marcaram os lucros,
E assim
Se ocuparam por toda
A estação fria,
Oh!

31 de outubro de 2011

"A evidente intimidade

Tocando um corpo em mil notas
Em cada segundo mil notas
Sede um corpo e dos seus beijos
Dos olhos claros que me refletem

Rompendo meus próprios desejos
Para te buscar num sonho intimo
Onde navega sobre teus mares
E nos teus lábios mato minha sede

Que teus sussurros me são ares
Ares de vida e meu prazer
E já não importa se estas longe
A tu me achego em recordar

Abandono o silêncio sem deixar que partas
Um desejo brando de teu corpo
A que me acalanto em louco desejo de amor
Assim a desejo sem medo

Ès mina coragem sem te tocar
Ès o meu mundo em me orbitar
Desejo intimo a qual a tenho
Num sonho limpido e sem fim.

"Olhar

Olhar uma pessoa
não significa ver a beleza expressa
Que carrega um olhar
Em que apenas vê a face
Toda beleza vil de perfeição
Carrega um defeito...
Defeito que não se vê ao olhar
Olhar para dentro e ver a realeza
Até mesmo o que há dentro de nós
O que assim nos faz olhar,
olhar alguém que tenha um dentro
Não só a beleza do lado de fora
Olhar alguém e ver para dentro
pensando estar fora
Uma antologia de ritmos e sons
Pois não se define o que está fora
Se conhece o que está adentro
Na mais profunda intimidade
Com todas perguntas em retóricas
Parece um medo da consciência
Que tudo mais importa se mesmo,
olhar
Olhar para dentro além-do-olhar
Que no escuro vê os abismos
E na claridão enxerga os mundos
Como se uma alma,
de uma pessoa que tudo expressa...
Só de olhar

"Na chuva é mais fácil encontrarmo-nos com nós mesmos, pois o que transparece as gotas não é nada além de uma transparência."
"Tocar uma alma significa conhecê-la. E para que possa levá-la realmente sem maltratá-la, é preciso a consciência de quê vale mais as coisas em seus lugares, do que fora para bagunçá-las, como tocar sem conhecer um coração."

25 de outubro de 2011


"O homem luta, sofre, morre, quebra-se de encontro às muralhas da vida. Quando conquista posições, colhe honrarias e posses materiais. A fama sobe-lhe à cabeça e com ela o desejo de perpetuar uma situação transitória. O grande herói é, entretanto, o que se conhece a si mesmo. É invencível. É rei, apesar de mendigo. Ao morrer não deixa de existir, pois alcançou a imortalidade."
          Lao Tsé
O Mestre sabe que para governar a vida alheia requer força, mas governar a vida própria requer um verdadeiro poder.
L/T

20 de outubro de 2011

"E que chores, mas nunca lamente tanto quanto podes desejar a viver."
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"Pode ser que isso por fim te faça não acreditar que é diante das situações mais desacreditáveis que se vive. Haverá um tempo em que teremos de forçar o passo desejando um bem, sem ter do que duvidar. Não há o que garanta realmente o que desejamos, mas existirá sempre um bom motivo para acreditar que podemos mudar. È quando a tristeza bate em nossa porta e assim podemos abri-la para que simplesmente saía. Vivendo e se achando num jardim, aprendendo realmente o que é gostar, aquela pequenina nos esconde um sorriso, e preciso de alguns cuidados, ela só não pode saber que o olhar que a vê, a consola com dó, ela precisa de algo mais como, um olhar que acredita que ela pode novamente correr como gosta."
//Neguinha

17 de outubro de 2011

"Os fracos carregam facas, os valentes escondem segredos."

"O que trilha a noite."

Um alívio de estar desperto
Rodeado de sonhos sem fins
O que não consome uma paz
Uma verdade de estar confinado
Ao silêncio profundo do olhar

Um corpo se revira aos lençóis
Como se buscasse um outro
Que adormecido está do outro lado
Longe da centelha da vida real

Atravessa o rio enquanto amansa as águas
Não corra, pode lhes falta o ar ...

Na trilha da noite, os sonhos
Perdidos a se encontrar nos vagos,
nos vagos campos da alma
A que adormece numa paz imensurável
Ainda sem medo de sonhar

Se achega ao profundo medo do pesadelo
E não o teme por cair no silêncio, ainda
que tarde cedo chegará a lucidez
Uma alvorada do amor a rir ao medo
Alucinando a visão sem mero motivo

Desenhando luzes as sombras.

16 de outubro de 2011

"Pretendeis o retorno do perdão, simplesmente para que eu possa cometer o mesmo erro em acertar."

"Ni em notas."

.
"Como já sabe bem meu nome,
não há necessidade de colocações
Só uma vontade de mudar
para que se possa viver enfim, melhor

Mesmo num lugar distante,
eu sinto que ainda existo
Não sei se em você,
Mas se você em mim

Não me cabe estranhar isso
ou algumas coisas as vezes
Nada é tão normal quanto
A existir um mundo vasto

De nós, deles, o amor, a esperança
Será que temer vale mesmo a pena?
È como uma balança a fazer voar
a pequena e me"Ni"na doce
.
"Antes que tudo torne-se inconsciente de atos, presencie os sentidos possuídos. Se despertados, à razão para a consciência, se ainda adormecidos pelos temores, uma vazão para que não haja sentido na vida."

10 de outubro de 2011

"Posso me conter mesmo na solidão, mas não quero viver contido assim. Preciso de algo que me faça respirar as cores da visão, e isso para que meu corpo possa sentir-se vivo além da condução da minha alma. Permaneço inerte as paixões, mas não movo-me inconsciente do amor."
"Pode-se desnudar os números, tendo em sentido o conhecimento da alma."
"Nem tudo precisa ser poesia, tudo precisa existir para se findar uma poesia."
"Não que a sua confiança faça isso tudo ser belo. Mas que o belo exista no teu pensar para que seja tua confiança do existir das coisas desejadas."

5 de outubro de 2011

.
Fugir do que e pra onde?
Tenho tudo quando vejo o céu,
quando sinto meu refúgio particular
Me acolher como se nascesse
a cada amanhecer
Pra que temer, se tenho fé
naquilo para que vivo, assim:
sem medo de existir
Para meu tempo "fruir"
em sonhos sem fins
Realizando cada segundo
O agora como meu querer
O amanhã como um mistério
que ainda se vai viver

.
.
Vai mesmo esperar o amanhã?
Não, não, eu sei que não quer
Pra que adiar mais uma vez?
Sem a caminhada dos problemas
Não se pode construir isso

Você pelo menos não pode
O agora é um amanhã
Não sonhe o passado
Tens um belo futuro a imaginar

Pensar, refletir até criar

Tenha menos e tenha tudo
Mude aquilo completamente
O agora é seu amanhã
E se o momento é mágico

Acredite no amor,
O amor que te faz sentir
E não quer sempre esperar

E isso começa a se massificar
E tudo torna-se uma filosofia
Cheia de sentidos,
os que te fazem sorrir sem o motivo,
o motivo do seu passado.
//Deia
È, as coisas mudam, como o nosso tempo muda. E quando nada parece estar certo, alguma coisa passa a enternecer aquilo que chama-se ilusão, pois mesmo que não aceitemos as coisas que nos acontecem em vida, é necessário saber que estamos aqui neste turbilhão de acontecimentos naturais, ou que as vezes nos pareça ser sobrenaturais. O que me faz estranhar é: ver as pessoas buscarem sem uma verdadeira razão de viver. Ter a certeza de que buscam apenas um espaço para si, deixando de crer que ainda é possível salvar aqueles a beira do abismo. Tenho refletido pouco sobre o mundo, meditado o bastante sobre as pessoas. Auto-criticado minha inconsciência que abusa as vezes da minha sã capacidade de poder, ser, fazer, ir e pensar em não mais voltar. Quem sabe isso não soe uma solução visível, já que é totalmente errôneo acreditar nas pessoas por estas serem incapazes de si mesmas. È plauísvel que eu tente alguma coisa diferente das que já foram feitas antes, ser temer ao coágulo que nos compromete a deixa, o abandono, o desacreditar do espírito que possuímos e são fortes por nos acolherem ao corpo fragilizado que pode num segundo partir de nossas almas. Caminhar sobre os trilhos não me parece uma tarefa de loucura, afinal é perceptível a chegada do que pesa nos trilhos, podemos desviar num segundo para sobreviver, e ainda sim ter a sensação de que o vento passageiro nos acalma sobre uma terna sensação de agrado. Nada que exista neste mundo pode consumir minha paz. Nada que seja escuro pode destruir minhas cores. E por uma imensurável consciência eu não falo do amor por incosequência, se pretendo viver um que ele me seja estreito por chegada. Pois se nesta linha reta eu chegar com facilidade, não terei gosto de preservar. E se eu acredito que haja espaço além do que está sobre as nuvens, é porque eu acredito que minha alma possui a claridade do realizar.
Temos pensado o bastante no que fazer, e agora chega a hora a qual temos como um dever, fazer. Se tivéssemos dado tudo a perder porque ainda haveríamos de estar aqui? Neste plano de súbitos ideológicos? Podemos criar expectativas sem deixar de termos as possibilidades a nos guiar. O que não podemos é limpar o caminho dos outros, se faz buscar para deixar. Possuir pudores? Para que isso nos serve se limpar a vidraça nos faz enxergar a amplitude da existência? Abrir a porta para deixar ver o ego longe de nossos planos. Querer o que não podemos é como acreditar no impossível. E o espírito lança-se num voo aventureiro, entre o paraíso e abismo sem fim. A luz do sol não pode nos cegar, como a escuridão não pode nos prender. Olhando as estrelas percebendo sempre seu balé estelar, a dançar, a dançar. Fazendo de seu caminho, um caminho nunca visto. Somos nós como uma estrela, tendo uma única órbita. Dois questionamento: Viemos para o amor? Ou para o pecado? Como nascemos, temos de crescer até que um dia se finde em nossa alma a morte. Não podemos estar disposto a aceitar a plena união do passado e do futuro. "TUDO DEVE SE COMPRIMIR NO INSTANTE DO AGORA."

___________________________
Encontra a razão,
a resposta do alívio
Se o mundo é estranho e frio
esqueça as regras e os ladrões
Decida por conta própria
tenha um pouco de vida

Não se pode sentir nada
sinta a sobriedade da alma
As construções não podem ter espaços,
espaços para temores
E a realidade não nos pode valer
quando não feita por nós.

4 de outubro de 2011

"D I F E R E N T E"

Deixado de tanto sonhar
Ter pouco, magnificando os gestos
Não apostando só na sorte
Incrédulo do susto de azar
Navegando altos mares em estradas
Trocando barulho por silêncio
E que pesadelos somos? Dormimos!
Notas mencionadas, submergidas e salvas
Nada tão imortal quanto aos anos passados
Tirando as escórias do caminho
Ponderando os aqui dentro's
Assistem tevê, ouvem homens, testemunhas
No silêncio não existe flagrante
O que sou meu som, minha loucura
È, eles podem deixar, eu aqui e pronto
A faina, a ajuda, sem a troca de espera
Sem confundir, gritar, ameaçar
Vamos além com está garrafa
A que trás uma carta escrita
Não tem segredos falsos, no escuro
Prefiro minha garrafa que escreve a carta
È, sei lá, é diferente
Veio o que não pedi e muito mais,
do que deveria ter chegado!
"As pessoas se esforçam para estarem entre os primeiros. Os que não admiram esperar por um momento sóbrio de merecimento. Essa é a questão que faz as ilusões se desdobrarem, vindo durante uma noite quase impossível de ser bem dormida. Melhor é lembrar de nossos sonhos e assim quem sabe viver na primeira linha. Consistir sem tanta emoção, acreditar que dançar na chuva se pode recuperar a fé perdida."
"Um fato é mero. Uma verdade totalmente indiscutível."
"Quando se natural, é aceitável e temos as boas lembranças. Não faz bem quando de uma forma não é evitada, o que nos faz ter um remorso de culpa."

28 de setembro de 2011

"Dorme pela noite que o sono vem. Viva ao amanhecer que a realidade te faz existir. Acredite em sua capacidade, esqueça os impossíveis ditos. Pois somos frutos do pecado e não queremos se-lo. Arrisque sabendo que tudo está errado e mesmo assim podemos acertar as coisas."

26 de setembro de 2011

"Gestos impensados."

"Que vai se indo como um trem nos trilhos. Que dá sinal de partida para poder voltar. Assim como se chega nas estações."
_______________________
De tempo em tempo
Ao segundo das horas
Com chuva e sol
Da noite ao dia

Em alma ao corpo
Em idas e chegadas
A realidade ao sonho
Começo e meio

Seu tudo ou nada
Se queres ou não
Contrariando as razões
Que são boas ou não.

21 de setembro de 2011

"Como pode ser um final feliz se o final é apenas um fim? È preciso que seja um começo feliz para que exista um meio."
"Não que isso seja presunçoso, mas que toda forma de seguir uma ideia, não significa viver. Significa acreditar naquilo que se segue apenas. Ousar com aquilo que se acredita, é ter uma mente capaz de produzir. Religiosidade é uma doença sem cura, determina teu fim certo, como se errado fosse as coisas que fizeste no passado. Saber viver é uma questão ética de poder fazer aquilo que se deseja, sabendo que um fim é certo. E que nada muda repentinamente por um milagre, esperar é como saber não fazer. Acredito que as coisas possam ser mais naturais como se nasce e não se pode deixar de crer em si antes de buscar aos outros uma resposta. È simples decifrar pelo que se faz e acredita, difícil é ser aquilo que se quer, pois há sempre uma necessidade de algo mais."

16 de setembro de 2011

"Nem tudo precisa ser perfeito, basta o existir da simplicidade para o que nos encanta. Com tudo é preciso viver como se deseja, para saber que as coisas, podem nos ser reais, a partir do segundo em que arriscamos em tentar, e não paramos sem fazer."

14 de setembro de 2011

Era uma vez uma criança
Que sofreu um acidente e não pôde ir a escola
Mas quando ele finalmente voltou
Seu cabelo tinha mudado de preto para branco
Ele disse que foi de quando
Os carros esmagaram ele muito forte

Era uma vez uma garota
Que não ia se trocar com as garotas no vestiário
Mas quando elas finalmente fizeram com que ela se trocasse
Eles viram marcas de nascença por todo o corpo dela
Ela não podia deixar de explicar:
Elas sempre estiveram ali.


Mas tanto a garota, quanto o garoto estavam contentes
Porque havia um garoto pior do que eles.

Porque então havia um garoto cujos
Pais fizeram ele ir direto pra casa depois da escola
E quando eles foram pra igreja
Eles chacoalharam e sacudiram pelo chão da igreja
Ele não pode deixar de explicar:
Eles sempre foram lá.

'Crash Test Dummies'

12 de setembro de 2011

"O número 13, é meu número da sorte. Gatos pretos, as vezes cruzam meu caminho, e eu não vejo um motivo para correr, ou se esconder. Olho através de um espelho quebrado, eu nunca sei, ou saberei exatamente o porque dele ter sido quebrado. Enquanto você vai a igreja as sextas-feiras, eu rezo em casa quando quero. Você se esforça, quando chega no topo cai. Você não tem má sorte, você tem é que acreditar em si para então exercer o tudo que a vida pode lhe dar. Eu acredito em Deus, e não nos homens."

"Corpo & Mente."

Brincando de pensar que tudo é isso
Quando há sempre o que mude
Para que tudo se mostre real
Como se pode sentir e não só ouvir

Melhor seria fazer o que muda
Para que se possa ver, pernotarem
O que há de certo naquilo que se faz
Não no que se pensa, apenas

Deixando aquelas dez mil lágrimas
Um sentimento menos pegajoso
Liberdade para ser um sentimento
Você tenta? Tenta mesmo isso?

Separar seu corpo de sua mente?
Não pode ser a mesma coisa!
È preciso ser de outra maneira
Aquilo que se faz para o ideal

O que chama-se coincidência
Não é destino, o que se tem
Não é d'outrem, o que se faz
Não se pode esperar, é desejado.

11 de setembro de 2011

Tempos que se arrastam para as nuvens
Aonde escorre um tempo para cada existir
Mundanos olhares que se disfarçam aos montes
E sobre os ombros as horas carregadas

De males e benignidades atiradas ao mar
Que tudo devora se há fronte pro medo
O que deve se ser esquecido as mortalhas
Que findam um novo tempo de bagagens

Derruba os muros, cria estradas
Desfaz-se das trilhas, caminha a brisa
Dialogando com as cortinas de fumaça
Destinando as cores pro silêncio

Se fazendo de vida, antes morta
Branindo sonhos com vestes douradas
Acreditando que tudo é possível
Abandonando por fim, o impossível realizável.

7 de setembro de 2011

//Desculpa por diminutivas postagens neste espaço, pois há um excesso de tempo aproveitado longe deste atalho. Portanto, quanto mais longe estiver, algum pensamento aproxima-me mais ainda daqui. E isso não faz-me abandonar o pensamento que me leva e o gesto que me trás.//
Obrigado a todos os que me lerem, tiro-lhes o chapéu!
"Deixa eu viver a minha vida, e vive a sua filha da puta."
(Cómico para a lei)

30 de agosto de 2011

27 de agosto de 2011

"Sonhos contados."

Mares e contos sobre ilhas
Cantos de sereias melindrosas
Em águas profundas dos oceanos
Inexploráveis pelos homens, pelos mundos

O que aqui se encontra?
Riachos e montes e longos campos
Que falam de ilhas e perigos
Praia da lua e sete climas

Segredos sombrios declarados a luz
Que é mistério que nos alarma
Quem sabe então de onde vem?
Cidades escondidas aos planos adormecidos

Céu rajado de anjos, romance astral
Em que longe não passa um trem
Cavalgando as promessas nas nuvens
Força dos astros, pensares olhados

A deriva do desejo conquistado
Sem o terror das fortes tempestades
E passando sem continuar...
Consertando os males feitos.

20 de agosto de 2011

"De tempo em tempo, as coisas mudam de lugar. Há sempre um motivo de ir atrás daquilo que queremos.
Uma necessidade não é esperar o tempo passar a espera de um milagre. E sim buscar o que chamamos de realização pessoal."

16 de agosto de 2011

"Não sei o que é ter um corpo por dentro de outro ser. Pois se existe algo dentre de nós, chama-se a esperança do todo impossível a realizar a existência de uma alma.
_________________________________________

O impossível é a realização da alma, pois aquilo que você não vê, é impossível de existir, até que seja possível crer.
"Faça o que for, faça! Seja como for, viva. Tente uma vez, erre. Perca um dia, terá outro. Seja incapaz, mas ouse. Crie uma idéia. Suspire... Termine a lição, e não pare. Modere os gestos, mas mude pouco. Faça-me um favor, divida. Parte do passado, um futuro. Lembre-se de que isso tem 'seu' significado...
Desistir é um tédio, não faça."

13 de agosto de 2011

"Não se pode ganhar o poder, convencendo os fracos. È preciso enganar os fortes, para se ter o poder. Não se pode ganhar os fracos para se ter o poder, é preciso ser solitário para ganhar os fortes e fazer deles o ponto que nos leva ao poder. Só os fracos ganham os fracos por isso que os fortes nunca são o poder, e sim o solitário."

11 de agosto de 2011

Pra que justificar a dor que sente pela saudade? Você não vê, mas inventa sentir, e isso tudo pra que? Pra doer sem existir uma dor vista? Não acredito que a saudade nos coloque um passo daquilo que queremos quando falamos nela, mas ir ao encontro do que sentimos falta é o que nos torne nobre. Assim não dói como se diz, mas nos faz feliz a cada passo que damos por nos aproximar:


"Pra que te querem? Se seus atos demonstram falsas emoções?
Depende tudo de uma coisa só: Ser você mesmo, transparecer
Não deve sentir medo do que realmente você é.
"

"Mesmo que o tempo passe, não há saudade que sinta e faça isso passar. Pois o tempo como muda, os pensamentos mudam, podendo nos aproximar daquilo que sentimos 'falta', pois a saudade dita, pode não ser a sentida."

30 de julho de 2011

As vezes passamos os dias sem mesmo algo que nos faça pensar, imaginar, desejar. È como se fosse um vazio que nos enternece de maneira absoluta sem ter até mesmo o que fazer. Mas chega um tempo em que os barulhos voltam, como se fossem nossos pensamentos. São como vagos furos preenchidos com a cor de uma alma que nos cintila o que se considera belo, a gente passa a ter ânimo até para sorrir quando se faz o silêncio. È tudo como um balé estelar, onde as estrelas se escondem do outro lado do mundo, onde não estamos, mas precisamos chegar: È quando esperar o momento certo em dizer as palavras certas. Em algum lugar no tempo está a nossa espera aquilo que chamamos de destino, incerto ou não, lá sempre vai estar. Todo esforço por aquilo que é fácil torna-se simples de se perder. Todo esforço por aquilo que nos será difícil de conquistar, torna-se a conquista mais valiosa de nossas vidas, não uma, mas parte de muitas que conseguimos e conosco permanece. Nem mesmo que a violência das palavras nos afaste ou que o gesto não seja o esperado, existe uma maneira de manter por perto aquilo que queremos. Um rarefeito como ver a lua a luz do dia sem seu brilho, como também conquistar uma mulher de uma maneira desejosa sem a concepção da malícia. Como se o silêncio valesse mais do que as palavras, e as palavras valessem tanto quando a um gesto que desejamos dar. E se este mundo gira como se diz, passo a passo posso chegar ao teu lado a vê-la dançar. Como se numa Primavera florir aos campos, e no Verão ensolarar os mundos, os nossos mundos. E no Outono cobrir-te aos beijos em lençóis finos, para que no Inverno o calor de um sentimento esteja a mantê-la segura dos tempos, que não podem nos naufragar.
"Podemos chorar sem som, no vazio de um silêncio. E deixando as lágrimas caírem mergulhar sobre finos orvalhos que nos cobrem de ternura e saber." Nem tudo precisa ser de uma maneira nossa, mas que seja feita com paciência ao lado do que chamamos destino, para entender que quando estamos diante daquilo que nos faz bem, podemos arriscar para ter, e se assim não, continuar como quem ainda quer viver as melhores coisa da vida, o 'Amor.'
//Stephs .
"Que o simples seja visto como o belo. Para que o belo seja sempre o simples que possamos cultivar."
//Lizy.
. A minha alma magnificente
Vestida de suprema majestade
Com a luz do meu olhar, sopra o monte
Como uma cortina estende os céus

Águas claras sobre grandes vigamentos
Como asas sobre um vento dossel
Que trás este vento, suas mensagens
Abrasando os governos ímpios

O trovão se apressa, mas se esconde
Desce aos vales por onde fundastes
Lhes traçaste o destino cobrindo sua terra
Matando a sede dos que a sente

Tal é vasto, por ali passam os navios
Bendize tua benignidade aos homens
Renovando como face de um anjo
Onde o refúgio são os altos montes

Nasce o sol e logo se esconde a lua
Onde se deita os teus sonhos
Variando suas obras as estações
Onde os cedros crescem com as árvores.

29 de julho de 2011

Somos tudo na vida
Que não é uma simples passagem
Somos uma passagem na vida
Que ainda não é tudo

Somo como uma canção
Que se deixa no deserto
E cava cava o caminho
De volta pra casa

Pula a torre pra ver se volta!
Sinta sede e não beba água
Nós somos a passagem da vida,
pois a vida que é eterna

E isso é para sempre assim
Passa e sou o vento
Sopra e sou uma canção
Tocada aos sete cantos do mundo

Que massifica a atenção
Entende todas as classes
Como assim sou o tempo
Passageiro e fiel ao que é eterno

Minha sentinela de sonhos desperta
Não há despedida em mim,
habito-me em sonhos longos
Que se aproximam da realidade.

28 de julho de 2011

"Cartas ao relento."

OS homens descrevem o amor como palavras
E descobrem no fogo do olhar o que arde
Querem dizer o que não vivem, nem sabem
Ouve grande homem, como é bom viver
Se calar para sentir o relevo da relva
Cheia de folhas e arvoredos aos gigantes
Ora! Vida vasta de alegrias que se chega
Sempre no tempo certo com amor e atenção
Sem que fujas de mim para encontrar-te alegre
Cruze os meus céus estrelados, lagos azuis
Que se aprofundam no mais epicentro do mundo
Que estas cartas ao relento seja parte de lição
Em que nas escolas não aprendi
Em que nas ruas não as vi
Rege os sonhos ao contemplar...
O que é tudo só para sonhar
Pertinho de mim o desejo de estar
Que esta beleza não procuro, sou procurado
Como um menino de versos encantados
Voa sem asas para o sul, vem do leste
Sem a pressa que bem do norte do olhar
Estaciona-se no tempo com nosso oeste
Vem de longe a espreita deste dogmático
Quadro de um futuro sem fundo, mas,
tende-os pés no mais firme chão.

27 de julho de 2011

"E aprender nunca é um erro para quem diz que não sabe, o que se pode querer ter como artificio do que se falou e quis aprender."
"Eis que um mundo assombrado pelos espíritos da morte, morreu ao nascer do sol poente. Sobre as estribos da morte, tudo voltou a respirar vida. E o leão que rugia baixo durante as noites amedrontrado, agora ruge na luz dia para que na noite, seu eco fortaleça as almas a cada dia novo dia que nascer."
"Homens temem ao que nunca fazem. Esperando que algo aconteça no tempo em que espera acontecer. Alguns homens ousam coisas absurdas a fim de um resultado de superação. Tendo feito algo que por fim, ainda não fizeram, ou faz para que mostre aos poucos, que vale mais vencer as guerras do que não ir a batalha."
"Eu sou apenas um herói destemido

Eu ainda não aprendi a temer
Herói. Herói, herói.
Herói. Herói, herói."
(G.D)


23 de julho de 2011

"Eu sou um pintor fazendo desta bagunça uma obra prima."
(August Burns Red)

O povo que escapou da espada vai achar prazer no deserto. [Jeremias 31:2]
Ainda te edificarei, e serás edificada. [Jeremias 31:4]

22 de julho de 2011

"Se toda corrente de pressa fosse alvo do que nos trará, com toda certeza o mundo seria feliz. Mas toda maneira de ser paciente, nos trás o que podemos ter em seu tempo certo, sem o erro da pressa."

18 de julho de 2011

"Mesmo que a conspiração me faça parar, deixo que ela passe por mim, como uma brisa passageira, assim posso dizer que nem tudo é como uma palavra, mas sim, um momento que passa e volto a viver."
Prolonga o silêncio
O que te afasta...
Seja isso que és
è tudo que precisa

Jurar amar de verdade?
E depois fugir?
Não é assim...
Tem de ser;

"Separados ou juntos
Insanos ou saudáveis."

"Mil peças de prata."

AH! Quem me dera fosse eu teus lábios
Beijar-te-ia sem o desprezo do gosto
Levar-te-ia para longe de tudo
E tu me ensinarias a sua vida

Me abrace forte, afagando-se com a face

Sobre meu peito a despertar o amor
Até que se queira, acordeis
Aprazindo todas as dores de teu corpo
Posto-te como selo em teu braço

Este amor que é forte como a morte
Sobre teu beijo o gosto do vinho,
Aromático que te colhi em especial
Nem estes rios pode mais afogá-lo

E muitas águas nem o derrubaria
Serei teu muro em fortaleza
E meus peitos serão tuas torres
Além de meus olhos lhes trarei a paz

Será edificada como um palácio,
de prata, que nem ouro pode comprar
Habitas em meu jardim melodia
Sobre estes montes de aroma puro.

15 de julho de 2011

"Seguindo seu coração haverá uma umidade de intuição. Seguro de uma verdade fundada aos teus olhos. Sempre seguindo a estrada que brilha para você. Sabendo que nunca irá encontrar o que deixou para trás. As vezes o impulso do pensamento, mas somos nós quem dominamos o pensamento, o deixando ser ou não um gesto. Haveria um abismo em sua vida, mas existe um amor que te faz sorrir. Não há motivos para um desespero, como se um sorriso retrátil. Não chore tanto, isso não ajuda. Menosprezando estas paredes em azuis, fazendo em seu caminho estradas a percorrer. Há um destino a conhecer, e suas lembranças sempre estarão lá para salvar seu mundo."

14 de julho de 2011

"Não há nada que me fascine tanto quanto saber que estou vivo."

"Outeiro."

A benignidade do observar
Levando além este medo
Que existia sem ser-real
Uma voz clamava no deserto
Abria o caminho p'ros cegos
As ásparezas aplainando-se

Um anunciador do grande mundo
Manifestando a mais doce verdade
Nascendo flores no campo deserto
Secavam as ervas, caindo as flores

A eternidade subsistia a alma
Eis aqui a grande vereda
Em que que o homem ainda não tocou
Mas ouviu falar sem eles dizer
O deserto mansamente a florescer

A cada palmo mediu o céu
E toda gota do mar fruiu
Desviado do caminho da ciência
Que não lhes ensinou a sabedoria
Moradores cujo perdidos nas,
cidades fantasmas

E como um tufão de pragana
Desenrolava as grandes tendas
Para que nelas habitassem necessitados
Voltando a nada os reis

Levantei seus olhos como brisa
De um vento hálito fresco
Que era preciso a isso mesmo
Que tu pensas sem eu ver
E no silêncio me contive
Ainda que o homem quisesse gritar

Sem olhar para o mais alto
Dos montes que lhe erão distantes
Eis que sua vergonha foi passada
Para que esta fosse uma glória

O que aprendeste com os homens?
Deveria por fim se deixar
Glosando os montes a consentir
Outorgando as riquezas aos pobres

Tornando-se maior que todo globo
Um vale de fibra mística
Em que a alma é tudo
O que se fala...

12 de julho de 2011

"Não me perdoe por coisas que fiz. Existe um mundo de coisas que ainda não fiz, me agradeça por isso. Mas nunca me perdoe por uma coisa que fiz. Há todas as possibilidades nos impossíveis. E nunca me perdoe por coisas que não fiz. Pois estas coisas não faladas, todas serão feitas."

"

As vezes vem aquele grito
Tudo parece fora de sintonia
Esgota-se o momento, e nada parece fruir
Só mais um instante e um grito silenciado

Existe um ombro em que pode chorar
Encontrando uma outra maneira
O corpo treme e você nem mesmo repara
As vozes que incomodam, rumores

Uma menina senta ali sozinha e começa a chorar
O que fizeram? O que eu fiz?
Tenta ajustar uma afinidade com a vida
E a alma começa a expandir-se

De um corpo em movimento,
que move a lua num olhar de estrelas
Dançando num infinito firmamento
Será que esta criança pode me ouvir?

Leis, contradições, tradições e costumes
Falando do pensamento, de outros lugares
Mesmo que longe do fim ...
Aproximando-se devagar das montanhas

"Que de tão distantes eram impossíveis,
Mas que impossíveis possíveis a realizar
Nem se quer um segundo mais
Uma menina senta ali sozinha e começa a sorrir.

//Dedicado a Karol.

10 de julho de 2011

"A distância é a realidade mais próxima de nós."
As palavras mais belas da língua não são "eu te amo". São: "É benigno".
Woody Allen em Desconstruindo Harry.
As palavras mais belas da língua não são "eu te amo". São: "É benigno".
Woody Allen em Desconstruindo Harry.

6 de julho de 2011

È necessário saber que o que vivemos, não é preciso ser o nosso presente. E que o futuro é a espera de coisas que ainda não fazemos.
È preciso não ter medo de nada, para que além de tudo se tenha o que desejas.
"Se ainda não tentar, não desista
Você vive para que possa um dia morrer
Conta a verdade, pois ouve mentiras
Abrindo seus olhos, olha que bela vida."

5 de julho de 2011

30 de junho de 2011

"Caminho das estradas."

"São tantos que podem e pode escolher. Como um que faz dos planos, a virtude de sua e suas vidas." (Introdução)
Escorre sobre o espaço as horas
Que o além de tudo se faz nada
Pensando que o material é algo
Só que embaraça a linha da superfície
Soprando o ar que se prende dentro
Do corpo escolhido por uma alma
Se isso fosse segredo, todos esconderiam
Os teus sorrisos desejados por alegrias

Escolhe a estrada
Pois tem um caminho
Escolha certa ou errada
Segue teus passos e descobre

Reluzindo o olhar, percorre sobre teu mar
Pois és de vida ao cintilar
Todos sabendo de um e outro destino
Em que é único qualquer momento
Não muda tanto ao que se quer
Se faz algo para qualquer coisa se ter
Mesmo que passe, não volta mais
Se ser assim é natural, que faça assim

Como se pode
Não como quer
E acontece de ter ou não
E a natureza vai florescer.

24 de junho de 2011

"Abertura da vida."

Como se ainda do lado de dentro alguma coisa acontecesse. E todo silêncio lá fora respondia as ideias do existir, como se não houvesse um segundo verdadeiramente real. O vento não palpitava o tempo, mas a noite caía profundamente sobre as horas. Pouco barulho nas estrelas distantes e toda sutileza dogmática. Uma austera-grave havia acontecido, e isso havia sido logo no começo daquele dia... O relógio tiquetaqueava mesmo assim em um outro quarto qualquer, que tinha a luz acesa. deveria acreditar na mudança, até o tempo muda, e lá do lado de fora novamente algo mudara. Levando as malas disfarçadas, escondia teus segredos a contar, meia idade ainda a sonhar. Mesmo que sem a lua no céu, o griz da calçada separava vastos mundos, escondidos sobre os muros, todos mudos. Ainda que noite havia pássaros a cantar. O sonho lindo de criança que adormecia na ciranda, em cama arrumada ao que acalenta.
Dormes criança! Amanhã podes acordar e ver de novo o sol nascer. Dormes criança... Que a vida mesmo que fora, passa.
Sonha menino! Que de sonho faz-se uma vida. Sonha tu também ó grande homem! Pois amanhã pode ter-se um novo riso.
Acredite mulher! Que quando sonhas, o sono te vem.
Acredite menina! Enquanto sonhas, Deus te guarda...
Diversas portas se abriam, alguém entrava e outros saiam.Um vai e vem de carros nos espaços. Ruas vazias além-do-além. Se o mundo não te faz revolução, venere os olhos aos horizontes. Ser isso sem resistir.
Sonhas criança... Que a vida só te quer bem.

23 de junho de 2011

"Poesia."

Uma poesia que se deve a vida
Como um sonho a realizar,
E um a um se vão ...
Como se uma procissão muda

Saindo de lá e cá
Algo muda, sorrindo
Dedicando as palavras
Como sobressoma a saudade

E vem com carinho,
Todo ar de alegria
Que sobressalta a linha de tudo
Desenhando o nada

Chega o tempo, como na hora certa
Uma marca da vida a crescer
Como ela tenta e continua
Talvez a saudade, com lucidez

Lembra-se do lugar, que é teu
E que os planos passem a realizar
Além-do-mar, sonhar acreditando
Que tudo é possível, pessoa.

"Que de onde vem Simone?"

Vendo como se tudo fosse
Um carrossel de andaluz
Que de passo em passo
Voa como se fosse o amanhã

De passagem que corre ao céu
Entre nuvens passageiras dos azuis
Permuta o horizonte que se veio
Além de tudo que sobressoma

As tuas vertigens do anil
Lazúlis que brilham ao sol
Nasce com o novo pensamento
Que de onde vem Simone?

Vem da vida pra se viver
Que dás águas pode nadar
Sem medo do que vem
Para que tudo molde o nada!

PoetaLuar/ Simone ...
Com carinho,

21 de junho de 2011

È preciso sentir para se viver.
È necessário duvidar para existir.
È preciso existir para acreditar.
È necessário acreditar no paraíso.
Para que não haja um inferno.
È preciso voar, já que podemos caminhar.

"Homenagem de Meg/ PoetaLuar

Pessoas especiais como tu...
Tens em si, as essências e os dons da magia...
Os encantos, para perfumar o mundo,
com amor verdadeiro...
Pessoas especiais são anjos,
com dedos de condão.
Para tocar com magia,
os semblantes dos que amam...
Assim como eu, assim como alguém...
Pessoas especiais assim como tu...
És uma esplêndida dádiva de Deus...
Que... Sem pedir licença,
aparecem para abençoar os caminhos,
daqueles que cruzarem o teu.
Tu és, e sempre será muito Especial... , •
E eu... Trago-lhe flores e me tomo de orgulho,
por saber...
Que me permitiste acompanhar-te...

Bjos com karinho...

Autoria Desconhecida//
Que tanta dor que sente
Para se viver uma alegria
Haverá tempo de sorrir
E para que toda tristeza
Seja também sentimento
Digo que é só saudade
De uma coisa simples
Que nos faz tanta falta
Que quando volta
Tudo parece brilhar
E lá de longe o que se aproxima
È toda a alegria de reacender
O olhar por aquilo que amamos
Gostamos e receamos perder ...
"Em algum tempo em algum lugar. Coisas futuristas acontecem, para aqui darem cores."

20 de junho de 2011

"Poesia."

Este é o livro sem páginas
Que recorda algo que somos
Notório teto em tela de cinema
Uma conclusão confusa, em vão
Sustenta o sub-consciente
Como a porta do consciente
A certeza de uma toda razão
Querendo, enfim sonorizar
Todas imagens consertadas
Colonizando com martelos
Primordiais excelsis cleros
Angina um anjo, disfarçado
Tem dias rubros em céus,
Profundos aos mundos
Olhar soturno e o som...
De águas rasas, em
Noite fria...
vendam as crianças, façam uma canção
Faça do amor, um vício viril
Para depois suicidar-se em alegria
De liberdade, e um a um canta
Um dia que amanhece
Para uma nova história se viver

Aquela mania insana de quebrar tudo, saber que nada é para sempre, acreditar em tudo. E ser alguma coisa que ainda não viram ser real. Aquela mania louca, de duvidar do que ouço, e pensar somente sobre as coisas que vi e vejo acontecerem. Manias insolúveis de temporadas ainda não passadas. Que passam por mim, todo o tempo da vida. Mania do suícidio, despindo de alguns pensamentos, ah! Que tanta mania insana esta de viver em total liberdade. Sem incomodar você, sem ser você. Sem se quer uma promessa, sem seguir teus passos, nada disso como um plano, mas como se tudo isso fosse antes programado , e eu sabia que seria assim. E se não escondo isso, é porque vivo, busque falar de outro alguém, mas que seja você para ver o que os outros te dizem ser. E o seu tempo agora muda de humor."
."Alguma coisa hoje novamente mudou. Posso sentir."

Quando ouve meus sentidos, estou permitido a duvidar. Quando enxerga meus olhos verdadeiramente, estou permitido a saber como realmente foi possível."

16 de junho de 2011

"Tomara."


Tomara
Que você volte depressa
Que você não se despeça
Nunca mais do meu carinho
E chore, se arrependa
E pense muito
Que é melhor se sofrer junto
Que viver feliz sozinho
Tomara

Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais
(Vinicius de Moraes)
"Aquilo que se ensina uma vez de modo correto se aprende."

15 de junho de 2011

"Tenho 5 climas... Temperamentais."

"De olhos abertos."

A observação do tempo,
Como que em tudo passa
E este nem é o fim
Nem se quer um novo começo

Onde se precisa estar!
Cansaço de esperar...
A voz numa revolta
Como a melhoria... Em,

Que sobressalta um passo
O que segura, é invisível
Uma estrada que se evita
Por uma vida em um só caminho

Astúcia pode ser vida
Tirania, algum poder qualquer
Que se iguala a governantes
A verdade da tragédia

Faz-se de uma justiça
Que o espírito de bondade
Se faz por malicioso
De olhos abertos...



13 de junho de 2011

"O mundo é movido por histórias."
"Considero a sociedade um manicômio, por sua diversidade de personalidades. O que entre os loucos é comum para não perceberem nenhuma verdadeira mudança."
Um de cada vez
E não parava
A balança que não para
Só o tempo que passa
E me vou assim
Com a melodia das horas
Uma autobiografia confiscada
Um carrossel de asas, vento
Que refresca a queda
Uma descida perigosa
Aos olhos que mergulham
Senta e esquece o passado
Ressurgido do presente
Para o amanhã estar
Celebrando como a borboleta
Dizes no passado, desenhista
Da vida que canta a um pássaro
Energiza a vida, temporada
Dos arredores de risco profundo
Areento tempo...
Vozes silenciosas na praça
Onde só as crianças brincam
Não arriscam a vida, suas
brincadeiras d'onde o tempo
Voa como quem dança."

"Província do lar."

"O que diz e promete Deus, realiza. Mesmo que depois de muito tempo."
"Saber e acreditar, são duas coisas diferentes."

7 de junho de 2011

"

"Como todo oportunista não se sabe ser disposto, esconde a face pela oportunidade. Com isso não se há uma forma de contribuição moral para a sociedade além da educação. O que faz apenas baixar o nível de cada sociedade a cada dia que se passe. Como pode a cultura assim evoluir? Se as pessoas pudessem verdadeiramente distinguir, o que esta certo sobre todo erro demonstrado e manipulado por notícias e eventos passageiros, perceberia que depois de muito tempo já passado, todos os direitos próprios e humanos, estão sendo violados. A cultura é extraviada por meio de não contribuir com gastos que por fim geram menos empregos a corja mais baixa, como eles mesmo colocam as pessoas de baixa renda social. Mas pode ser que um dia o todo pobre cidadão, não mais dependerá dos sistemas impostos pelo "Governo-Mercantil." E pode ser que depois de terem tirado esta venda dos olhos que somente pareciam cegos, a mídia não mais viria a influenciar mentes frágeis, e nem os ouvidos serviriam para ouvir, e os olhos para ver aquilo que esta errado no que eles mostram parecer certo. E os milionários que vivem as custas dos seres humildes que estão totalmente desprovido de informação, sofrerão toda a sã consequência de sua própria destruição. Este é um país que se quer falta sol e nem mesmo se deixa a ausência do sol. E há terras distantes que faz brotar qualquer semente que se plante, é preciso saber que a mão de Deus protege e molha este chão. Porque então a falta do pão? Será pelo excesso de contas bancárias que não geram trabalho digno de uma mesa farta? È bom saber que a natureza nunca reclamou da gente. Se nesta terra tudo que se pode plantar, nos dá! Porque será que existe tantas indiferenças na sociedade?
"Em silêncio imaginando a tudo que se veste os homens."
(Inspirado em: Fim do Silêncio)

"Noite de Luar."

(Especaluções)
Havia sempre algumas especulações, coisas a se discutir, mas pouco o faziam. Pra lá e pra cá, sempre havia de descobrir algo novo, mas que não parecia inovador. Eram coisas estranhas, mas um pouco comum a cada gente, aconteciam. Reclamações, entendimento, uma sabedoria diferente, era sim! E quando não, algumas coisas aconteciam do mesmo jeito. Poderia apagar as letras, rasgar páginas, mas não deixar de viver o que chama-se vida.
Se as crianças falam sozinhas e imaginam ao ver o que lhes traz a mente, porque o homem não poderia o mesmo? Imaginar desenhos nas decorações? Ver animais nas expressões materiais? Acontece, mas parece que apenas eu reparo. Era o que eu reparava! Alguns pareciam tudo como tinham, como faziam, alguma coisas a mover... O astral das hora. Será que isso existe mesmo? Existia? Como é isso? Um programa? Senso particular para expressarmo-nos? As leias eram e são cumpridas? Coisas? O que mais? Desejos? Sonhos? E os pesadelos? Desastres?
Ilusões declaras de dentro
O que fazia uma realidade
Com toda essa liberdade
Podia-se cria um universo!
...Eu declaro
A venda paraíso...
Um movimento criativo, um astral. A queixa da desconfiança. O que é isso? conta pra mim, isso tudo é particular, não é? Não podia misturar os dois, um para depois o outro! Não se torna um em dois...

(Projeto escrita total: Escrita criativa.)

"A casa do amanhã."

Uma fé que não necessitava de uma religião. Buscava aos montes florestas distantes de outras tantas. Uma vida nova que não parecia desacreditar que as crianças novas haviam de ser a felicidade. Um parque onde haveriam de brincar, mesmo no frio tendo conforto. A chaminé que nunca teve! Um cachorro e um gato, um papagaio falante, de cores vivas rente a alegria. Ruas tranquilas, longe das ruelas e trilhas escuras. Uma vida, era só acreditar... Estava longe como sempre desejou. Agora longe de tudo, é como deveria estar, os sons da tranquilidade, rompendo a solidão contemplando o que na janela, se faz neblina fina e vento oscilante. Ruas vazias, as casas em proezas familiares. A existência segura que há no debate dos que se amam. A segurança só de olhar a porta abrir e alguém chegar. O jardim secreto, sobre o pensamento, imaginando o dia de amanhã. A casa grande, e um barco a navegar, o frio com a chuva, era a fé do tempo real. Em cada ver a sensação de Deus. Uma alma coerente que buscava a todo tempo, sem o medo do fracasso, amigo era o céu distante e de nada mais necessitaria... As ruas calmas, os lugares calmos, a segurança de tudo além do tempo que passava vagamente aos olhos. Longe das doenças.
A casa do amanhã...

"Vida."

Uma poesia como o conto dos planetas
Em folhas secas que de dia-a-dia
Vão se colorindo assim as vidas
O medo de tudo sem sentir o nada

Saúde uma outra vida
Comemorando como se o primeiro voo
Um sonho dourado a sentir
Do outro lado nova diretriz

Planos de vida, negócios absurdos, o sonho dado
A índole das ideias, como se escreve o futuro
Medo de tudo, sem sentir nada
A luta pelo fim das guerras

Os rumores da velhice, ao que sentir
Eis a verdade da diretriz, vida!
Não sei de nada que não aprendi
Descobri assim como a vida ensina

Assim destrui os medos, trazendo coragem
De enxergar a vida e contemplá-la
Não preocupar-me, fazer o que designa
Os passos certos se a vida for errada.

(Projeto escrita total:
Exercício com mapa mental)

5 de junho de 2011

"

De uma hora pra cá
Algumas coisas tem mudado
Espécies tem desaparecido
E vão desaparecer da vida
E isso para sempre da face da terra
Isso tem sido acelerado
Pelos maus-tratos do homem a natureza humana
Tiros a queima-roupa,
Como feito corajoso, desonra
Poderiam assumir a culpa?
De uma tecnologia injusta!
Aperta o gatilho, e se acha homem
Você não ousaria contar a verdade
Uma jaula que não te incomoda
Como tudo esta pronto
È melhor se preparar para pagar o preço
De uma hora pra cá
As espécies sumirão desta vida
E esta terra será o vazio de corpos
Nem outras espécies nasceram
E isso acelera-se sem ver o tempo passar
Uma contagem regressiva
Para a extinção do vida sub-humana.
Uma vontade de desenhar
As palavras, como num desenho
Tirado daquele baú velho, empoeirado
Mas que sempre traz o que nos é raro
Uma passagem nesta vida
Um momento já vivido,
O que não nos incomoda ...
Um desejo concedido
Um sorriso satisfeito
Para quem pouco conheço
Mas confina o sentimento
Eis que tudo isso
è feito porque antes
Já esteve tudo escrito.

3 de junho de 2011

"As cores de olhos fechados."

(Literatura)

De olhos fechados tudo pareceria escuro

Também viajaria no tempo sem espaço
A roda do tempo passaria ao ar fresco
Sonharia infinitamente sem se preocupar
Um momento a vida voltaria a funcionar
No compasso das horas a passar
Um segredo contemplado no escuro dos olhos
O que havia adentro inspirado do de fora
Ouvidos a vista de tudo que existe
Paredes pintadas com lápis a dedos
Tudo num espaço só, como todos os barulhos
Um olhar desviado, descompasso da estrada
A tênue vontade de deitar-se ao gramado
Colapso da vida como quem se identifica
Não é simples o fácil, pois difícil é fazer
Pensamento que corrompe o movimento
Mover-se seria fácil se fosse isso o pensamento
De olhos fechados.
De olhos fechados..
De olhos fechados...
Destrui-se o ego, renova vontades
Disperso do tempo da realidade
A herança da alma de olhos abertos
Que traz mas as vidas movendo avenidas
Uns bancos vazis e outros regurgitados as notas
Uma bola que rola... Uma criança que brinca
Isso é tudo, os espaços não me são nada
Espreitam os olhos atentos a passos lentos no degrau
Menina bonita de saia rodada
Que nada para na avenida, Alda que sobe
Livros vendidos, considerado obras eternas
Eternizo-me em ver.
Em ver...
Até poder sentir...
Onde meus pés não pisam, e cadê os teus?
Que tudo vejo ao menos eles
De olhos abertos...
A procurar-te vida sem fim.

(Projeto escrita total; Texto em poesia, museu da língua portuguesa.)

1 de junho de 2011

Como se eu soubesse
Que este dia iria chegar
Em que nada mais se disfarçaria
Nem a falta de fé, nem o recomeço

Descontinua um passo ao destino
Seria como um rei,
E não ousaria ninguém por perto
Sob isso, uma dificuldade

Que desdém é este?
Não seria um só a mais no mundo?
Sem confiar a alguém
Sua coroa a ser um rei

Persistir nunca bastaria
Preso na ingratidão da vida
Apreciando a humildade
Seria hoje e sempre?

Eventualmente iria se arrepender
Mas lembraria também
Que este lugar é teu
E quem ouvir-te, nunca esquecerá!

30 de maio de 2011

"Ou criamos nossas ilusões desejando uma ralidade. Ou vivemos a reealidade que vemos n'outros pronta a nos destruir."
"Enquanto minha alma vagar longe de mim, sem que eu possa vê-la, não me preocuparei tanto com minha salvação. Já que um dia terei de me ver entre o paraíso ou o inferno que eu saiba que me importar agora com isso seria até mesmo deixar de acreditar no futuro. Enquanto eu não puder ver minha alma, terei de acreditar que existe algo em mim, que exprime minha sensibilidade para fora. Fazendo assim, com que eu seja minha alma, pois deve haver um corpo por dentro."

Alguma coisa começa a se massificar
Lentamente sobre os cordões do tempo
Será minha alma? Ou minha vida?
Reuninem-se apreensivos

Uma classe marginilazidade? Ou pessoas distante da fé?
Acreditam em suas almas? Ou pedme aos santos?
È como uma estória que vou contar-lhes,
Evocando uma magia atemporal

...Um sentinela, guardador de segredos...

Levanta-se majestosamente do chão
Começa a caminhar por entre o núcleo
Encontrando uma alma perdida, a pedir socorro
Guardadora do sentinela, como uma magia atemporal

"Amor."

Não convidado, mas que assim se achega
E quando vão, vão sem o aviso estes amores
O corpo e a mente tentando a separação
Só para não provocar a sensação do frio

Vai nascer uma criança com todo amor
Abra as cortinas do céu ...
Feche os olhos e só de o amor, o amor
Para que em toda vida não se sinta frio,

...Mesmo no inverno solstício...

Em que folhas se soltam, dispersam vagamente
Um amor recém-nascido, expulso do paraíso
A ilegítima sensação do medo que entorpece
Abra a passagem, acabou de nascer um pecado

...Um novo amor desejado, mas cheio de pecado...

A cúpula de todo o tempo, sem culpa
Quem ousa dizer que não quer, quando se sente?
Privilégio de um Deus, que contempla o Sol
E adormece com todas as Luas

Conduzindo o mar para dentro do coração
Fingindo ser ondas de sentimentos, quem se engana?
O que flameja no escuro se não a luz que se acende?
E como haveria sombra se não houvesse a luz?

Deixarás as alamedas do tempo,
Fluindo em labirintos, encantando o tempo
Para se descobrir no amor ou na vida
O que significa um só sentimento.


Dedicado a Helena//PoetaLuar

24 de maio de 2011

"Seu destino se está escrito, não se force a descrevê-lo. Se é teu destino criar um,não deixe o tempo passar, e torne-se tudo o que quiser a medida em que abandona o futuro, pois o presente é o que se deve ser vivido, para o descobrimento de um destino desejado."

23 de maio de 2011

"Rupturas e cordões."



Asas grandes nos pensamentos
Coroadas com as estações
São lendas que todos escrevem
Como as que acreditam

Ser algo normal como real
E se pudesse desenhar histórias
Faria como as montanhas já nascidas
E jamais morreria à tempestade

Romperia os cordões do tempo
eternizando todo sul como o norte
Derivando lestes aos oestes
Ainda sim, há de temporizar

Espera que chega a inspiração...
um minuto, espera;
Disse e ele esperou, como fui
E me viu ele voltar,
O minuto de uma hora.
Considere este tempo
Pois a hora é passageira
Saiba disso!
Pense em coisas diferentes
das que fez hoje
Este momento é passageiro
Você tem o poder
de esquecer, acredite
Pois a cada gesto
Existe uma mágica
Isso percebe o pensamento
Um lugar diferente que se está
Busque o estado alarmante
Para trazer vida ao acaso
Cometa uma tolice
Pois a vida não é perfeita
nem tu és!
Reflita isso, nisso
Sobre tua existência
Você é o valor
da vida
E a sua vida
è o seu valor.

16 de maio de 2011

Haverá sempre uma boa razão, naquilo que acontece. Mas nunca haverá uma causa, por aquilo que nos busca!

11 de maio de 2011

"A velhice assim como a natureza são as coisas mais naturais da vida."
Contente-se em ser natural, e poderá ser a proeza da própria vida...

9 de maio de 2011

"Rompendo cordões."

Talvez fosse mais fácil se todos nós tivéssemos as coisas que enfim a todo tempo desejamos. Mas desejar não é um querer que define o que podemos ter. Ter é uma busca dificultada pela medida que o mundo nos impõe. E tudo o que nos é imposto, permite uma vitória de conquista. Aquela que não se pode alguém julgar se não a nós mesmos a deixar a derrota. Pensei que tudo fosse simples como existe, mas como existe, antes era nada. È como o encontro do inesperado, a chegada do momento. Se todos fossem gratos por simplesmente respirarem, retribuiriam com um sorriso ao invés de alguns trocados que por vezes são falsificados. Pode-se ter tudo no mundo, mas tudo ter é deixar de ser aquilo que temos por dentro. O rompimento da alma que nos liga ao novo mundo, uma criatividade vale mais do que presentes comprados. Traz a alegria, mas um dia se quebra pela falta de harmonia. Sorrir, cantar, alegrar-se e ajudar não são ambições. Talvez por isso não exista verdadeira solidariedade...
Não é um mundo cruel, são pessoas que se fazem de papéis, como em novelas e séries, onde não há fadas, mas tem um fado complicado. Nada é dado e tudo é roubado, mas tudo isso vai acabar, querendo ou não as coisas vem e vão. Algumas ficam, outras se trincam.
(Projeto Escrita Total: Técnica de banco de empréstimos de talentos)

Os demônios

Os demônios A penumbra da madrugada fria Onde estreitos eixos se debatem Como um finíssimo aço na mata que se propaga Um saco de ossos v...