Levanta-te

"Isso tudo aqui é muito lindo ... Mas não sou assim,
sou o que falo quando não penso pra falar."

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A elgância das jogadas ─

As torres colombinas
Sobre arrecifes escarlatos
Caieiras d'águas doce
Hortaliças oonde cavalos descansam

As antlogias de paradigmas
E que perigos árticos?
Os picos altos de peões
A noite de silêncio cai

A chuva libertina, feita
Para Reis e Rainhas
E desaguam as lamúrias bispais
A estrada férrea em servicias

A impensada jogada, dinastia
Ao ato indesejado...
Que custa a flor mais rara
A terra de apregagens.

"E quando o corpo chora pela força de espírito, é a alma que chora em prol da graça que recebe. E não do corpo que chora pelo sofrimento do homem que desejou a tu."
(A poesia que amo a escrever , faz-me gostar de coisas que não gosto.)
"A vida paira, o som desvanece
O tempo se passa, e algo acontece
Não se sabe o porque, mas vem
Em questões de tudo que se passa

È o entardecer, como se fosse
A levada das horas, o riacho devasso
As ondas curtas, como vozes eufóricas
Alguma coisas precisa acontecer!

Na fronte de versos, sem poesias
O olhar entende que tudo passa
E algo fica, para se compreender
O que se foi, o que se renova

O estado do inexorável
A mesma palavra proferida
Que ofende o fraco
E fortalece o absoluto sincero passar

Não de versos, mas pelos diversos
Acontecimentos que explicam a jornada
De presenciar o verdadeiro mal
Para não sê-lo, e desejá-lo ainda bem.

"E mesmo de longe, observo os mares, e mergulho sem saber nadar.
Tive medo de um dia contar-lhes minha história,
Mas profundamente me arrependo de não ter feito isso tudo antes.
E aqui, relato coisas que se foram parte de absurdos insólitos
Que agora discerni a ilusão que se foi, ameno o pensar
Que revigora o despertar dos pesadelos, que sem serem verdade
Nos alerta ao que vai acontecer, e para que tudo isso seja um sonho realizado
È necessário assumir o que se faz para impedir o que os outros querem."

domingo, 30 de janeiro de 2011

"A geada fora de época, o
Tempo fora de hora
A mais doce flor do campo
Ouvia-se o pensamentos de
Seus pecados...
Agora o medo repousava-se
Ao seu lado, a fazendo temer
Típica época outonal
Trazendo um novo inverno, real
Que trás o frio, mas que não
Aos pesados pensares, não trás o medo
Emaranhado de imaginações
Podia-se aquecer no frio
Frente a lareira.
A mais doce flor do campo
Morre...
Para dar vida a uma nova flor
Como se mata aquilo que sentimos
Por não existir, mas se viver."
"O tempo fora de hora, errado e eu certo. O que será estranho além disso? Eu sei! Reparar demais e com o tempo compreender, refletir. Aprender um pouco sobre origens, com quem sabe o que quer. O que se pode, á tua altura. Aqui se para um segundo, eu sei... Sinto a tranquilidade, posso escrever um livro, entendê-lo. A hora que sou, pela que me tenho... Sem senha de chegada, de saída, a permanência. Cá ou lá, sem questões confusas, sem resposta, ai se esquece, o que nem mesmo quer. O passado desenhando o futuro... Sem pontos ou vírgulas. Paragens de ensinamentos, tempo que nos foi dado por Deus de apenas, dias e noites sem fim."
(Tem coisas que se quer existem.) 
Leia e sinta, porque "Tem coisas que se você quer, existirá."
Seja de dentro para fora, como de fora para dentro.
"Pois o que esta acima é o mesmo que esta embaixo."
"O todo modo de reparar o que não se tem, torna-se a deficiência do exercício natural de querer existir pela conquista e assim verdadeiramente saber de suas políticas como direitos pessoais."

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

"Ignorâncias do pensamento

Parece que vai faltar luz, tudo estremelece, desanda
Nos pensamentos, e o que faz sentido
Senão o frio que vai chegar... As gotas
Finas de meus pensamentos, como também
Aqueles dizeres, que jazem esquecidos
As trovoadas como o que me vem
Aos sentidos, eu suporto! Se não conseguem, saiba
Tudo passa, tudo passa, e só fica o que quer
A verter os olhos contentes
Para que Carnaval? Para que uma alegria?
Minha tatuagem ao peito, para que querem?
A dor foi minha, é minha, não?
Perguntas que não me fazem, entendo? Para que?
È engraçado isso, como quem não pensa, mas faz por pensar
E de tudo que se foi, sabe disso, compreende
"E o que significa, o que não importa?
E o que é que importa?"
Eu já fui ao inferno, e conheço o paraíso que nem mesmo vivi.
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"Usei o mal que assolava o pensamento sem eu o ver,
e sendo o mesmo de antes descobri que mesmo assim,
não era apenas um bem disfarçado."
Ignorâncias do pensamento

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

.
.Na ilha silenciosa, dança a lua.
Ávida hora de se sonhar
O vento é anônimo e nem se vê
A paisagem lívida de uma menina
Que caminha solene sob os montes

Vestido rodado a flores vermelhas
Silvestres arbustos iluminados pela Lua
Sobre os cabelos a flor amarela
Perfume de Deusa, mas, só uma mulher

D-iretrizes que amansam lagos e cordilhos
È a cor da lua que dança
I-nda longe de casa
A-s estrelas reluzem ranchos e pontes

Descansa, descansa a menina apaixonada
Lá na ilha das invenções
Sonha, sonha a mulher
Desce, desce como a lua

Candeias acesas a lamparinas
Do olhar que rescende, transcende
Dança a ilha sobre a lua
E a lua dança na ilha das menções.
PoetaLuar/ Dedicado a Andreia
"Sou um rio de um rumo a seguir. Mas por entre as rochas, o sopro dos céus, ainda vem me levar. E ainda não perto de mim, poderei me encontrar nas grutas cristalinas. Durante a noite, que paira para o nascer do dia, ainda sou um rio, que manso sabe das ondas que poderão vir. E sem que elas sejam o rio, e só ondas, passo adiante pois o vento refresca-se sobre as árvores frondosas do campo."
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"Desde a fonte ao mar."
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As marcas do que vivi. Não são minhas, são do meu saber que até aqui, sabe que sofrimento não mereço. E tentar é o passo, mais importante da vida. Só assim, tornamo-nos uma fonte que tem rumo para os outros."
"O que nos falta senão a terna vontade de busca, sobre as coisas que ainda não temos?"

"A ideia de ser a nós mesmo, permite o efeito do que dizem sem existir. Permitir é ocasional, e ser é ter a certeza do que porque em existir."

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

"Percurso poético III.

"A lua que também é do leste agora encontra-se no oeste. Onde tudo podes encontrar, isso só com a forma de olhar ... E não duvides, pois no sul ainda não fostes procurar, ele pode sim, encontrar-te."

Entre dias inundados, que verdade cortejo?
A casa no campo floresce
E uma família vislumbra a vida
As venezianas se desnudam
Enquanto tilintam os agradecimentos
Uma parafina distingui
Suspiros plácidos ao ar de tolices
Espectros ideológicos entre leis particulares
Lazúlis de um viver miraculoso
Tremeluzir com as alvisseiras
Cravinas de belas arquiteturas
E as macelas de floradas
Os relicários ressoam
Bronze os ranchos
Campanários de pequenas vinhas
Capricho de inspirações além de estrelas valsantes
Conforte e releves, triviais desdobras
Relinas de um céu marinho
Alumbrem as visões
Reverias...

"Além da estrada que deixo os passos correrem, lá só há um caminho, o destino."

"Percurso poético II.

Arfantes que zunem aos ventos
Dos flagelos que forjam a vida
Com a perca de tudo
Inexorável imaginação que comemora
As angélicas dançam no seu moinho de flores
Com as rupturas das nuvens
Entre visões acesas, Anilinas
Com as soleiras à rodopiar
Numa brisa mansa a cantar
Como instrumentos insinuantes
As catedrais escondidas
Que formam cristais estelares
Penumbra as cordilheiras desérticas
Fronteiras de epicentros só, um
O trôpego angelical
Sob os homens acéfalos
Marítimos a navegar detritos

"Desces
Descreves
Eis
Que
Prevaleces...

"A riqueza que nos falta, é ver a pobreza com bondade, para que ela nos receba com nobreza."

"Percurso poético I.

"Se a minha vontade é mais forte do que a mim, e assim não pode conter-se. Então provo a mim, que sou mais forte do que a ela quando contento-me e aprendo por ser fraco pela força da minha não vontade."

Tempo de perplexidade
Medievalismo e demandas
Heráldica do por-vir
Abraços em poesias
Vigílias dos tempos
O talvez dos sonhos
Confins do infinito
Dósseis de ìris
Átomos de tempestade
Zunindo aos ventos
Imensos teoremas
Os vestidos reais
Bruxas urbanizadas
Liberdade de crer (Pela)
Ladeiras em ruas
Assépticas e abissais
Minaretes em vidros
Serpentárias montanhas
Ofídicas verticais
Desagravo dos túneis
Inoxidáveis e acrílicos
Aérossois compostos
Èbanos terrosos
Terrificante ideias e ideais
"Tremores de longe aos homens
Monalitas e cores de Nardos
Obras de uma bela fada."

domingo, 16 de janeiro de 2011

"Re-altares

Todas as menções sobre as ideias
Como todas as fases de existência
De toda replica do passado, como
De todos os mundos como to deram um Deus

Trilham as passagens existentes
Como transcende as constelações
De todo espaço vago, o silêncio
A inerte precisão do simbolismo

"Passa por mim o tempo todo
Como passo por todo o tempo"
Reage aos minutos como cresce
A cada segundo a sensação 
De recompensa...

Aquelas cartas registradas em datas
Como as minhas palavras a guardá-las
Não se têm porções, cordões
Que se desfazem de nós

...O existir que se faz de laços...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

.Loucuras.

"E quando então a tristeza bater em minha porta,
a deixarei que entre. Para que eu simplesmente possa sair."

A realidade que trás loucura
E a loucura que trás [i]realidade
De formas adversas de viver
Para conduzir como bem quer
─ O que se pensa...

E como aqueles que realizam
O que transborda da loucura
Só que traz realidade
E transcende o entendimento

De coisas simples e que se faz
De coisas difíceis que não se faz
A realidade que duvida e para
E a loucura que se anda e tem.

PoetaLuar

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

PoetaLuar
— O desequilíbrio faz parte de uma normalidade... A gente se engana, a gente vive. A única doença que existe é o pecado. Me disseram que um homem pode até ir pra lua. Imagine só se eles ouvissem as minhas ideias. È, na escola aprendemos apenas a escrever. Um filosofo, vê tudo o que você não vê, sente as coisas que vocês ainda poderá sentir, no exato minuto que ele desperta sua mente. Isso não é uma doença, é? Lógica, razão loucura... Já passa de um desiquilibrio, não?
Nós somos médicos, de uma doença incurável, a vida...
— Somos locutores de pensamentos, você só consegue chorar quando sente, e somente para quando quer, não é? As pessoas somente se sentem felizes quando se surpreendem pelos sentimentos. Já notou que as pessoas em sua volta somente fazem coisas erradas? Por que você se preocupa tanto? Eles assistem seus pecados, e você os deles. E agora me diz, você é livre do pecado?
Você não pode matar o que não criou, olhe para o céu, e veja se você o tocou.
"Ela me falava, que não tinha mais motivos. Uma tristeza, apertava seu peito.
Ela apenas sonhava, e eu pude dizer; Você é uma princesa, e todos os seus sonhos se realizam. Apenas escolha, pelo que viver... A vida pode ser um sonho."
.
"O homem que se diz poeta, e tem a visão critica duma poesia sincera, se quer entende aquilo que escreve. Engana-se por si só."

"O homem que escreve por tua sinceridade, entende uma quando escrita, e assim tem como dever doar sorrisos, e não desalegrias.
O verdadeiro poeta, sente, o falso. Descreve o que escrevem para si...

PoetaLuar

sábado, 8 de janeiro de 2011

.
A luz se acende, vem da sala
Desperto em meio a madrugada
Sinto-me a mercê do silêncio
As folhas se arrastam no jardim

Por entre os arbustos
Dança as rosas meio aos jasmins
A silhueta da lua, a iluminar o centro do cômodo
Sorrio, só sorrio, no tempo pairo que invento

Uma visão de fora, e a chuva cai
Como uma viagem sobre os campos
Època de florir, e os passos leves
A cadeira exposta e a mesa de madeira

Algo perfuma o ar, aroma de...
Os dedos bailam sobre a folha de seda
E o pensamento dança parado
A refletir os olhos vitrais que se acendem

E o mundo, não é o mesmo aqui dentro
Nem lá fora é o que se parece
As cortinas se dispersam
E tudo é como um sonho,

"Aonde voltei a dormir, para realizar a ascensão do que estava distante. Torna-se uma ápice intocável por qualquer male que exista."
"Deixar a realidade dos outros e ser o permissível apenas na vida que se tem."

Aquilo que tens é o efeito daquilo que pensou antes. E toda maneira sincera de falar realiza.

Deterioriza o ontem jaz morto
A noite que caiu para se findar num dia
Esconder-se por detrás dos montes ramados
Que se cobre de nuvens e céus anis
Candeia o olhar e o pensar cansado
Esquece o que se queriam dito
Talvez haja um motivo de riso escondido
Mas longe daqui e do além
Através da realidade que se explica
Tende-a florir com vigor
Revive as chamas que se acendem
propicia as magias naturais de ser
Marca as que se passam
Entende o momento que se vive
Nem tudo cresce e algo ignora
O arranha-céu além-mar de águas
Sabe que pode bem voar
E tudo ser quando se deseja bem
Investe no que se não têm ainda
E pensa nas coisas como não existe
E hoje tudo renova-se, sentes
O ar íngrime que escorre o vento
Passa por mim e logo se vai
Vem o que nem havia ainda
"Tudo novo só para inovar o velho."


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

"Corre que é hora
Acelera que que é vago
Sobe que alguém desce
Pula e sente a adrenalina
Fecha os olhos e voa na chuva
Abre o riso e sente o vento
Tira a roupa e pula a montanha
Deixe as cortinas d'água cobrir-te
Como uma ápice que inspira
Os medos que brandam só as vazões
Abra os braços e seja a chuva a voar
Até que caía terra firme
E sinta-se onde bem quer, como
Quem sonha um dia, e realiza outro
Acelera os batimentos do coração
E viva mais através de tudo
Que agora tornou-se possíveis."
"Quem crê nos impossíveis, de certo não possui sonhos.
E assim como se sonha um pesadelo, se realiza qualquer impossível."
"Não sou a sobra dos dias passados. Sou sincronia do que está por vir."

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“Haverá coisas minhas, perdidas. E provavelmente não as terei porque eu nem mesmo queria encontrá-las.”
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È do ar, denso e não visto. Da folha seca, e da tumba esquecida que vejo história. Do olhar morto que trás a ansiedade de um sorriso de uma tristeza que carrega a depressão. De um dia frio, que nos prende em casa dum lugar aonde esconde o desconhecido dum lugar aonde esconde o desconhecido da ponte que liga o norte para o sul dos passos que nunca parecem chegar. De uma coisa mínima e sem sentido de algo morto, mas que dou vida e ar. De tudo que não se vê, mas pode-se criar...
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"EU POSSO DESTRUIR TUDO AQUILO QUE È INVENCÍVEL."
─ “Um conhecimento profundo sabe sem mesmo ter de sair por uma porta. E encontrar o caminho do céu sem ter que olhar para as janelas. .”
"Buscai as coisas lá do alto,
Onde Cristo vive, assentado à direita de Deus.
Pensai nas coisas lá do alto,
Não nas que são aqui da terra."
Colossenses 3,1

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

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"Poesia sem cor, nascem das cores. Como as cores nascem através das sombras."

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Sob e desce como quem quer
E tudo no seu tempo sem ser
Encanta os cantos, é luz real
Sorrindo espanta os males
E faz nascer como uma flor
Singela e bela, como Gabi sabe
Incensam o ar com aroma de lua
Retratam as imagens que se passam
Distingue a passagem dos lugares
Condenas a morte como quem vives
nem sombras nos pensamentos
Pois faz de sombras, cores e formas
Lupcia como sóis e luas
Dum sorriso que purifica a dor
Constelações como quem se cria
nasce e cresce com a certeza
De existir por dentro uma alma
E por fora ser um corpo
Que sobe as mesas e desce as ruas
E nunca a naufragar...

Mesmo no céu sem estrelas
Há um brilho em oculto
Distinto do olhar desce a imaginação
Se faz de desenho o sorriso
gentil e genuíno branda as nuvens
Chove lá fora e estrelas são gotas d'água
Cristais que se quebrão
Ao encontro da terra
Uma magia natural desejar
E quando crescer ser estrela
"De uma tristeza que alegra-me
Como num dia nublado e chuvoso
Me parece ser um dia belo
Como quente e ensolarado"
Rege o oceano longe daqui
E aproximo-me dos impossíveis
Para todo instante possibilizar
As ideias, transformar os desejos
Sincero de como quando criança.