Levanta-te

"Isso tudo aqui é muito lindo ... Mas não sou assim,
sou o que falo quando não penso pra falar."

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terça-feira, 31 de julho de 2012

"Estas notas que ela toca, sem mesmo uma partitura, se faz canção. Pois tudo que se quer inventar é como parte de uma canção de uma história que nunca viveram. Ela de olhos fechados, sabe que a vida é pacífica. Ela diz que as vezes é impossível, mas isso se ela acredita nisso. Cada nota que ela toca nesse piano, faz nascer uma intensa melodia, que vem de dentro. Cada gesto que ela faz, é como um renascer da vida para todo sempre, o sempre deste instante que ela faz ser uma canção. Cada dedilhar nesta tarde chuvosa, faz desenhar o horizonte, para ser a tela onde escorre as gotas d´'água. E sempre que chora, suas lágirmas são só orvalhos para regar as flores do seu jardim."

Para Juliana//.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

"Dizem que o título é a alma da história, dizem que tudo é por acaso. Para mim, é como se cada segundo tivesse um nome, para sempre criar um novo prelúdio. Pois não importa os meios, e sim o fim para que compensa para todos os inícios."
"Ele é a ilusão do que se pensa. Faz de conta que tudo é assim, como se ouve sem ver. Ela é a porta para suas afeições. O tempo é o tecelão da história, e tudo se faz sem ver. Ele é um epicentro cheio de jubílios em um livro de mil páginas. Ela passa como quem finge que acontece, sem saber que um dia, tudo foi necessário para escrever este livro."

"Pressionando dobradiças

Do que você tem medo?
De atirar uma pedra ao lago?
De arremeçar as cordas para um socorro?
Do que você tem medo?
 
De olhar diante do espelho,
 e enxergar o pensamento tresloucado?
De estar só quando tudo está vazio?
De silenciar a verdade que vê?
 
De fingir que tudo esta certo!? Quando errado?
Do que você tem medo?
È mais fácil atirar balas?
Do que desviá-las do alvo?
 
Medo de acertar sobre o pensamento errado?
Medo de cavar seu próprio caminho de volta para casa?
De ficar abandonado no deserto?
 Quem não quer ver loucos, que quebre os espelhos.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

"Dorme, dorme enquanto velo teu sono
Sinta-me como um sonho intocável,
Que faz a alma vibrar, a distância
Uma dissolução da sua memória

Como uma queda destinada
A um riacho de flores macias
Dorme, dorme enquanto velo teu sono
E quando despertares, não mais

Não mais uma distância deste sonho
A toda sua realidade distante
Clareia tuas memórias, dissipa o passado
 Construa este presente desfaça os nós

Dorme, dorme enquanto velo teu sono
Que por um labirinto se quebra as barreiras
Desenha horizontes, desfaz este vidro embaçado
Desperta, desperta que existe um mundo para conhecer."
"Eu não acredito no paraíso; Eu acredito na dor, no amor, na alegria, na tristeza. Eu acredito nos sonhos quando de olhos fechados, eu vejo uma realidade quando com os olhos abertos. Eu não acredito no inferno; Eu acredito nas pessoal destruição do homem."

"Sê tudo uma questão."

Encontramos respostas para todos os porquês! È como se uma maneira de fazermo-nos por perguntas,  as quais nunca nos deram uma respostas. È mais fácil convencer por um gesto, do que dar um conselho sobre algo que já vivemos, e só entendemos depois de um tempo. Questionamo-nos sem ter a resposta pelo que ouvimos, pois é com os nossos próprios olhos que podemos enxergar o que por fim chama-se epicentro de realidade. Tudo é  uma questão, nada é por acaso, é quando se olha para o destino que ele muda.  Que tudo muda, e algumas coisas permanecem."

segunda-feira, 16 de julho de 2012

"Magia natural,

"Como uma alma que flui ao corpo
Disposta a nunca se submergir
È como ouvir o vento e perceber
Que tudo que se foi, um dia esteve aqui

E não esconda o que se sabe
A menos que não queira sentir
Que a primeira vez, te fez entender a última
Como um meio e começo, para todo fim."

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Que meus desejos, sejam ...

Apices intocáveis pelos homens
Pois que tudo seja infinito
Que não se recorde os pesadelos
E que não despertem os mares

Que sejam ventos passageiros
Indo além do que se vê para além da estrada
Que apaga os passos sempre que seguimos
Para onde quase sempre, não sabemos

Que os desejos sejam realezas
De um dia que desperta mesmo chuvoso
Pois em dias de sol, as vezes a brisa é tristeza
E assim passa por nós o tempo

Abandonamos os moinhos, nos agarramos as flores
Que não vemos, mas no pensamento,
passa o seu perfume, um sonho distante
Que um dia podemos alcançar ...

São teus modos calmos que mudam
È assim que descobre que
Para mudar uma situação,
é preciso trocar os pensamentos, renascer.

Com carinho, para//Carla.