Levanta-te

"Isso tudo aqui é muito lindo ... Mas não sou assim,
sou o que falo quando não penso pra falar."

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terça-feira, 30 de abril de 2013

        Honra é como se trata de respeito, e ninguém conhece o significado de estar isento de pecados. Há quem diga ser digno de opiniões. Mas quem não se senta para aprender, jamais se levantará para ensinar."
Pois tampoucas coisas precisam se mostrar para compreender. Se tornam esperas dos mistérios, que só contará quem procurar o que chama-se, inesperado."
              "[Zuyla.]    
                          E não sei porque tanto querer lembrar-me!  
                            "[Psicologia reversa.]

segunda-feira, 29 de abril de 2013

"Do eterno ao profundo...

Passa e corre como um vento
Branda o tempo, ecoa ao silêncio
Devasta o frio desencobre os mares
Trazendo vastas marés, corre aos rios

Aquece a alma e se esvai
Como um solstício noturno
Cancão de ninar ao sono profundo
Caem as folhas sobre luzes celestes

Derrubam os muros altos
Infindáveis montes intocáveis
Olhar que tudo aproxima
Carregam constelações marítimas

Insano mundo mágico da realidade
Realidade insana que não trás contentes
Evocam atemporais sobre a neblina
Passos a meio fio das sombras

Jardim cristalizado, pétalas surreais
Folhas perdidas, de vento sussurrante
O rio que se perde a costa do mar
Assombram campos distantes ao além.
"Eu não duvido do seu coração.Duvido apenas do alcance de seus braços."
"Versos ocultam sonhos
Sonhos desvendam realidades
Imaginar é o processo compreensivo
De coisas se tornarem realidade."

     "Ao longo disso tudo que há. Para além das montanhas, havia algo escrito lá. para que os passos pudessem serem conduzidos. Não sabíamos, mas havia e há um destino escrito. E por todo determínio aos planos, somente o que for preciso se mostrará aos olhos e sentidos."

domingo, 28 de abril de 2013

(...) A porta (...)

Antes de tudo, um sonho
E assim chega a vida...
Sentido sussurrante
Espectro inesperado

Que se divide em dois caminhos
Uma travessia além-mar
Para a curva do destino
Que cruza todas estradas

Sobre dois caminhos
A tudo que pode alcançar
Que o tempo realiza
E o momento se desfaz

Fórmula do sol do amanhã
Nublado que se faz ruim
Luz da lua que transcende
Um para criar o outro

Jazem estrelas que brilham vidas
Solstício de um longo inverno
Desfazem pensamentos formados
Reluzindo solenidades aos olhares.
"Acreditar nas promessas dos homens, é como  crer em deuses impotentes."


sexta-feira, 26 de abril de 2013

"Velharias, parafernálias... Especiárias! Quê sei lá eu disso, tudo se mistura com o que novo toma espaço. Deixa-se aqui e acolá. O que deveria ter sido? Quê sei lá eu das coisas, senão que elas só existem se eu as vejo antes de pressenti-las."
" .Sempre quando paro para observa-lhes, noto que há além do que meus olhos possam ver. Mas será que nota que há algo além do meu olhar e gestos?
"   .Os ventos que passam por estas terras devastam as histórias, sociais e politicamente conhecidas pelos homens. Por isso penso como quem sabe que os homens também passarão por estas terras como um vento breve e passageiro para além da história. E aqueles que fizerem de si fragmentos por uma mudança, deixaram marcas para que o futuro lembre-se de que também passará mesmo que não existam momentos deste presente, deste segundo.   ."
"                       Metafísica.
                              (Mente & Matéria)
                               
"Enquanto ela espera pela tempestade. Ele procura por trovões. Enquanto ela se preserva pelo medo. Ele enfrenta a tormenta para acalmá-la. Ela o ama, e ele prova do seu amor ao combater seus medos por ela. Assim ele também sabe que um dia ela poderá ir por ele."  

quinta-feira, 25 de abril de 2013

"Ela, Primavera...

     "Nesse meio fio da estrada,
           caminha uma criança sem destino
                Ela se desfaz das sombras e das solidões
                      Entoa canções de ninar onde se esconde os medos

     "Cintilando as noites pelas estrelas a brilharem
            Deita-se a realidade, fecha os olhos
                  Ela oculta males, de um corpo e alma
                         O exterior de si que se move

              Tremeluz os sonhos do horizonte
              E devasta o vento toda sorte
              Arrastam folhas sobre a morte
              Onde jaz um silêncio sepulcral

     "Como o que nada torna, e volta estações
            Finda noite ao dia, gestos do corpo dela
                  O ruidar do lago sobre as grutas
                          Sol de 'primavera'

               Sobre um belo entardecer
               Sem ilusões de um momento
               Porque em tudo há sentido
               Porque olhos e ouvidos também se fecham.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

                       "Eu gosto do que não existe."
                  (Fragmentos)
                                               
      "È sempre nesse meio modo, a que as coisas todas acontecem."
               Sem saber o porque de suas razões;
                       Somos assim...
        A linha tênue a que só o tempo pode mostrar.

              Pois somos conduzidos por um destino,
                  A que nunca escrevemos, mas há!
                        De ser os porvires, a nos mostrar
                            O quanto somos por existir, apenas.

terça-feira, 23 de abril de 2013

    "Eu esqueci das suas rosas pelo caminho. Dispersando cada uma das suas pétalas... Só para que eu me recordasse do meu caminho de volta, quando você então não mais possuísse o perfume a qual eu mais adorava... "
                                  (Fragmentos)
Uma coisa flagrada pelo pensamento
O que os olhos vêem, sente o coração
Poses de retratos esquecidos, empoeirados
O que esquece o mundo de nós?

Mimicas perdidas pelo ar terreno
Onde escorre a lágrima de uma criança
Como doses envenenadas a limbo
O mistério que os olhos não vê

Aconchega o tempo a que sabemos
Que nem tudo é honesto...
Como correr com pressa
Esquecer os ares que nos trazem e fazem

Folhas de um velho outono se esvair
Para trazer o frio que devasta paisagens
Sobre uma chuva que cessa, sempre
Um oceano de medo a que deixar-se ir.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

" ... Desenhos vitrais,

Cidade fantasma de uma mata serrada
Há algo lá fora!
Se esconde as sombras, enriquece o olhar
Trilhos e linhas perdidas

O silêncio que fala da noite
Carrega a fragrância de uma flor
Se acende a fogueira
Olhos perdidos as vitrais

Figuras que assolam o males
Para longe do sentido intímo
A vela a dissipar sombras
Que nunca conhece os ventos

Trilhas de uma cidade fantasma
Assomos de sonhos perdidos
Espelho de luzes frágeis
Jazindo profundo adormecer

Espectros de trovoadas
Que desenham um infinito horizonte
Onde estranhamente caem
Milhares de estrelas, além-do-além.

                                  A //Ruany Barros
"Mil  milhões de razões
Para que nunca traga
O que se quer importa
Para tentar  o melhor

Porque se há algo
Lá do lado de fora
Os muros se desfazem
Para enxergar a liberdade."

Eu sei o que está à frente ...
      "E hoje não seria um bom dia para morrer.
"Você pegaria a bala que estaria destinada a mim?"
             Eu morreria por você, e você morreria comigo?
[Helloween]
"O homem louco vê o que vê. O homem lúcido ouve e se dispõe a acreditar no que os olhos nunca virão, por isso nunca haverá a certeza da realidade, pois os ouvidos são olhos, quando não se vê. E não os olhos os ouvidos quando se não têm a enxergar."
"Eu sou muito apegado a coisas que não precisa se apegar."
"Quantas vezes no abismo eu cai
Visando longe mera escuridão
Que passava numa queda sonhada
Um pesadelo ameno e distinto da realidade."

terça-feira, 16 de abril de 2013

"È como uma prece fechar os olhos e pensar em um mundo diferente."
È meio que louco,
Mas conhece lúcidez
Não quando chega
Mas se existe

Vê coisas, diz por elas
Nem se aproximam
Temem ao mar
Se quer o conhecem

 O som acordeon
De um anjo perdido
Só ele te encontra?
Nunca o vê?

Estranho modo de crer
E se quer ser parte
Do que por tudo passa
E em nada fica, passa e só.
"Sigo num segundo mudo,
O mundo que em todo se perde
Deveras eu ser isso que vejo
Passar sem ser, fingir

Mundo de tumulto
Que aceita homens como reais
O que tanto possuem?
Para isso serem? Reais?

São apenas reais
Que se fazem em notas
A par de tudo passa
Sem serem percebidos

Do que se fala?
O que se entende?
Não sei ao certo!
Talvez consiga ver algo.

"Esses, esses

"Olhos que se elevam e guardam o céu
Como se as sombras da chuva ofuscassem nuvéns
E há um caminho-além-do-além
Que sempre existiu para uma nova jornada

Chega a madrugada e o sol da luz a flor
Um rosto a se iluminar quando o mundo surge
O vento de uma vasta maré a transbordar
                   Lá-além-do-além ... 

A ilusão que se mistura a realidade de um céu
Que perpetua a magia de uma terra existir
As areias do silêncio que deslizam montes
 Círculos que se fecham pelas estradas

Onde se perdem almas intocáveis, que vagam
Sobre floras serradas, neblinadas ao tilintar
Bailando as flores dispersas ao chão
Mina d'agua d'ourada, a queda de um anjo

Os ventos e as marés, sombra de um mundo
Silêncio de vasta distância, uma jornada
Flores que se dão ao sol, lua que se dá ao mundo
E assim ofusca-se o tempo ainda não vivido.

'Mesmo quando aprendemos pouco.
Temos algo para mostrar.
E eu irei lhe mostrar, algo...
Muitos já lhe falaram
sobre a coragem, e sobre a morte.
Mas a coragem e a morte são definidas pelo medo
Sempre serão os covardes a temerem uma perda
de suas próprias vidas...
E se você pensa temer a morte
Então, entende sobre a escuridão.
Se há feridas que nunca irão cicatrizar
agora tem a certeza de que o que se perde
some para sempre
E que algumas coisas
serão sempre piores
do que a própria morte.

domingo, 14 de abril de 2013

"O tilintar da chuva sobre a janela
Noite silenciosa acortinada pelos olhos
Que vagam o vazio de um quarto
Oscilando a virtude de existir além de um corpo."

quinta-feira, 11 de abril de 2013

"Tudo vai desparecer
Como assim se fecha a janela
E candeia as luzes da cidade
De um crepúsculo marítimo."
"Lila de lindos lilases azulis
Que cintilam o paraíso dos olhos
Perdidos ao leo da noite estrelada
Onde uiva um sonho a montanha

Luci di luna que faz Lila brilhar
Sobre o reflexo do lago dançante
De ondas que trazem o sonho
Sobre  o gramado tapete a dançar


Pinta os olhos Lila de Lilás
Perfumada as flores do campo
Como se uma menina atrevida
Que mergulha sobre sonhos de Lilás

Arquiteta de uma arte que se finda
Que antes perdida e descolorida
Agora mais que brilha, Luci di luna
Para Linda Lila de lilás
"Minhas ruas ninhadas a ouros
Não é como todos dizem
E sim como tudo se decepciona
Um céu nublado sem estrelas

Uma alma insípida a vitrine do mercado
A vida como um desespero a viver
Falando isso como isso o é
O intervalo de dois tempos

O que nasce e em seguida morre
Brotando ares quimícos para esconder
A terrena visão dos horizontes
Que se perdem dia-a-dia

Como se luta para achar poesia
Nisso que passa por todos sem perceberem
Pensamentos pavimentados a ouros
Como uma vida justa de existir

Azuis que me enlaçam ao mar
Buscando imposssíveis a realizar
Uma visão de tudo que sopra
Para além-de-mim chegar.
       [Atualizado]         -      Estudando,

                 [Arquiteto].   Filosofia.    Psicánalise,
"Pouco se faz importante o que fazem.Agora o que busca se realizado.Torna-se o motivo de mais querer fazer, do que importar-se."
"Não é preciso fingir. Ser natural impede que os outros finjam razões para obstrui-lo."
"O vento na minha vida
Veio de longe em silêncio
Nem sei bem como chegou
Da escuridão para o esclarecimento."
"Passa meu tempo,
se aflora minhas cores
nascem as rosas
Meus cantos perdidos

Deleito canções
Num tempo parado
se quer um movimento
Ouvindo o silêncio

Enxerga a vida
Apagando as linhas
Deixando pegadas
Se inspira ao vento

Que chega e passa
Me faço e fico
Como quem quieto
Se desfaz dos objetos.