Levanta-te

"Isso tudo aqui é muito lindo ... Mas não sou assim,
sou o que falo quando não penso pra falar."

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sábado, 24 de agosto de 2013

"Penumbra um sonho á madrugada
Derruba os muros, encontra os mares
Navega distintos ás superfícies
Naufraga sozinho um sonoro pesadelo ao cais."

terça-feira, 20 de agosto de 2013

"E tudo é assim, da forma que naturalmente acontece."

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

"È preciso saber que a vida não é um filme de terror."
               "Toda forma de imaginar é o que torna as coisas possíveis."
          "Somos parte de sonhos que se tem...
                        Assim trazemos ao amanhecer a realidade."

terça-feira, 13 de agosto de 2013

"Como uma criança nunca chora
Cai a tempestade pelas cidades
Uma mão guardiã que nunca se tem
Um templo que se vê ao céu

Como se tudo estivesse bem
E jamais precisasse correr
Para onde as sombras ofuscam
Um olhar perdido que tudo encontra.

                              .Sonhos!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

"Cai a noite sobre campo
Candeio o som do vento
Que parte a copa de árvores
Se desfolham assim, como o tempo

Que passa e deixa o sentido
Do frio, do silêncio impacto
Uma serenata lunar que entoa
Desfaz-se em medos alheios

Uma forma de transformar
Trovão em calmaria
Assim como a vida desbota em flores
De um amor eterno que desejo

Época  que se quer chega
Tempo que se quer passa
Basta imaginar para se ser feliz
Assim como toda escuridão se esvai."
"Pelo olhar se conhece as intenções."

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

"Aprecia-se a luz da lua como ela o é. Vive-se o que se é pelo que se sente."

terça-feira, 6 de agosto de 2013

"Eu reparo nos sorrisos
Eu ouço o canto dos pássaros
Vejo crianças brincarem,
Lembro-me de ter vivido um passado

Eu sinto porque vivo
Eu noto nos olhares o que são tristezas
Percebo como quem sabe o que sente
Pois neste presente me sou tudo o que vejo."

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Sua voz que ecoa como uma paz
Carrega para além-do-além
Os medos e temores, os que se temem
Uma corrente de um algum lugar do tempo

A que temo, senão o vazio?
O que faço senão tudo solidão?
Perguntas que me faço sem saber
Quais respostas terei...

Um poema que encontro
Uma decisão perdida
Reação de desleixo
Revolta sem sentido

Poema que de novo vem
Não me oponho, não choro
Caminho em seus sonhos
Porque vejo realidade

Não corro porque posso caminhar
Não fujo, pois posso me parecer
Como o que sou e não faço
E se faço, me mostro o que sou!