8 de agosto de 2016

"Esse som afinado que desce
Sobre uma fria brisa noturna
Onde soa cada parte do meu corpo
Debaixo dos cobertores
Sem nada entender
O barulho lá fora, e a tranquilidade
Aqui dentro, inda que soe frio
Um estado apático do corpo
Abandonando os males que nascem
Ante aos pensares que somem
Feito a mesma neblina que nasce
E morre ao novo amanhecer."
"Porque nunca será possível,
que nosso impossível, desvende-se
Derradeiro, sem acontecer
Revelou-se no pensamento,
Agora exterioriza um movimento
E então, ele acontece, num instante
Onde o impossível, realiza-se
Nos interiores mais profundos."

4 de agosto de 2016

Porque o silêncio é uma verdade que pulveriza toda bagunça.
Expressa os olhos e move os sentidos."

Rufa o tempo sobre essa silhueta

Imagem do inenarrável sentimento Que faz ressuscitar perfeita ponte Onde brinca as ondas de águas claras Riacho profundo, chamado sono D...