10 de novembro de 2010

A singularidade intocável dum poeta, faz-se nas palavras que fecundam os fatos, tendo as verdades. De tão longo o caminho, sabe que dentro dele há tuas estradas. È sim! Um infinito queira ou não.

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...