Feito de riquezas mortas
"É nas águas onde há cheiro da minha inspiração. "
29 de julho de 2026
17 de dezembro de 2025
Amanhã serei silêncio
Silêncio de um homem cansado
De tentativas errantes
Mas que foi feliz ao semear bondade
Um choro reprimido agora partido
Deixo escrito o verso que me faz partir
E que me parte ao meio
Um que quer lutar e outro qu já morreu
As cores que eram vibrantes
Agora são sombras de meus tropeços
Dormir e nem mesmo ter a sensação de existir
A hora que me aponta agora
É o salto que me leva ao fim
Destes pensamentos frios e mórbidos
Que agora me alegram um pouco...
Em saber que não mais serei o peso
De quem me carregou sempre com amor
E que não fiz por retribuir por gratidão
Sou pó e cinza...
Cordel velho que fácil se quebra
Que nada amarra e sempre se solta
Como este vento que agora passa
E que em outro segundo que passa
Não mais existe e nem toca
Como aquela Canção sem rima ou versos...
"Não sei quem sou...
Sinto que vou morrer...
Tomado pela dor de viver
Sou consumido pelo medo e terror
Não sei se sou trilho ou poço
Não sei quem sou
Que fui, me faz a isto ser fim
Quem dera houvesse uma chance
E assim eh pudesse me redmir dos erros
Das falhas e dos miseráveis pecados
Fui tudo e agora um nada perdido...
Sufoca-me o meu próprio respirar
Coração de um enredo esquecido
Que não sabe o que é bater e sentir
Sentir a vida em sua beleza e simplicidade
Sentir o vento e ser grato só de existir
Agora jaz perdido num túmulo naufragado
Meu mundo perdido a vagar sem esperança
Debruçado nas ilhas de ilusões de sede
A quem não soube beber da água da fonte da vida
Agora é morte e dor, embanhado no desespero
De não ter pra onde ir, de não saber o que fazer
Com mãos que não sabem mais do semear
A colher silêncio de uma estrada escura...
Tomado pela dor de viver
Sou consumido pelo medo e terror
Não sei se sou trilho ou poço
Não sei quem sou
Que fui, me faz a isto ser fim
Quem dera houvesse uma chance
E assim eh pudesse me redmir dos erros
Das falhas e dos miseráveis pecados
Fui tudo e agora um nada perdido...
Sufoca-me o meu próprio respirar
Coração de um enredo esquecido
Que não sabe o que é bater e sentir
Sentir a vida em sua beleza e simplicidade
Sentir o vento e ser grato só de existir
Agora jaz perdido num túmulo naufragado
Meu mundo perdido a vagar sem esperança
Debruçado nas ilhas de ilusões de sede
A quem não soube beber da água da fonte da vida
Agora é morte e dor, embanhado no desespero
De não ter pra onde ir, de não saber o que fazer
Com mãos que não sabem mais do semear
A colher silêncio de uma estrada escura...
14 de novembro de 2025
3 de novembro de 2025
"Tudo sempre piora muito, antes de melhorar. É assim que as coisas funcionam. E quem passa pelos vales, sabe que é lá onde se encontra as verdadriras virtudes em querer servir e não ser. V, U ou Rift: sobre íngremes e fundos estreitos, sua água corre. Por através do movimento das geleiras erodem os terrenos. E tudo isso se associa a imensidão do que é grande e fundo e sempre se pode alcançar se passar por eles, as fontes".
25 de setembro de 2025
De repente
De repente a chuva
De repente o sol
De repente o frio
De repente tu...
Que navega mares de bens
E divaga ventos inóspitos
Dá sentido a isso como quer
E quem ao sonhar, sabe se realizar.
23 de setembro de 2025
Realidade
Nada melhor do que o próprio reflexo
Para ser ver, se olhar, se sentir e ser
Exatamente o que se quer
Sem ilusões, sem máscaras, sem filtros.
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Preciosidade
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De repente a chuva De repente o sol De repente o frio De repente tu... Que navega mares de bens E divaga ventos inóspitos Dá sentido a isso...