Fluir como um vento
Que deixa também as folhas cair
Para fazer do outono chegada
De um novo esplendor
Que se revela nitidamente aos olhos
Da alma contida
Que não sabe querer gostar
Que é livre para saber o que amar.
Silêncio de um homem cansado De tentativas errantes Mas que foi feliz ao semear bondade Um choro reprimido agora partido Deixo escrito o ...
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