22 de novembro de 2010


A ti vai-se as indecisões
Vai começar a chover, e o vento me avisa
Da moralidade que estais liberta
Comigo tuas visões também são alucinantes

Uma mordida sobre a maçã
Pode sim ser tua salvação
Tenho o gosto dela
Possuis o gosto da liberdade

Venha, perca-se nas sensações,
Esqueça o arrependimento e a vergonha
Pois amanhã, pode não haver
Molde a luz sobre tuas sombras

Na tua voz, encontra uma religião
Na minha dança decrepita
O som dos ventos a entoar
O som de uma nova felicidade

E no crepúsculo da alvorada
Sobre ruas estreitas e vazias
Vejo o amor sorrindo ao medo
Chama teu nome o silêncio que me faço

Teu olhar feroz e sonoro
Guia-me em passos alucinantes
Até aonde se finda a vida
Longe de todo o imaginário.

Vivi Lima

Nós que confiamos em Deus, sabemos que não é  porque podemos uma ou outra coisa que a vida se realiza ou está realizada, mas é na superiorid...