Uma inspiração corriqueira...
Devastadora como um vasto céu azul
De nuvens esbranquiçadas a correr
Sou como a relva da manhã que desperta...
Os sons da cidade a discutir a vida
Numa discussão contínua de barulhos
Engrenagens a falhar a humanidade
Sou silêncio que jaz um tempo
Que paira e me faz sinfonia
De notas infinitas...
Sou uma música de mil versões
O poema dos meus próprios versos.
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