Surge no interior da mente
E faz vagar os pensamentos em terras distante
Onde a bruxa tange o seu canto
E faz a flora toda despertar
Como um rito antigo e desejado
O céu se fecha para ver
As águas das fontes a se mover
Num gesto continuamente desaforado
Dispersando-se das beiradas a jorrar sobre o chão de terra
Uma dança suspendida por cordéis de fogo
Onde a pólvora é o sangue derramado
Descreve nas pedras teu encanto a luz da lua
Falar-te é trazer-te...
O vento sopra e carrega tuas folhagens
As deixando além-mar pacífico
Tudo vês e tudo sabes...
Sem temer ao medo
Corre inocente para saltar este abismo.
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