Levanta-te

"Isso tudo aqui é muito lindo ... Mas não sou assim,
sou o que falo quando não penso pra falar."

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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

               .DIÁLOGO DA INSANIDADE PSICOLÒGICA. PARTE IIII
      ─ Agora a pouco, você disse que Brenda era uma amiga. Mas, estava com falta dela, por ter colocado inclusive no ‘msn’. Sua namorada é a Daiana...
Uma coisa ajuda muito...
Quem não sabe o que procura, não vê o que encontra.
O que você quer?
Responda-se.
            [Sobre a cor, em uma pergunta, foi ficando para trás.]
Eu quero apenas viver o que tenho nesta vida, sem deixar que nada passe. Com tudo, me esforço ao que quero, de forma estranha, por que sou estranho. E me entender, seria quimera.
Vou lhe contar um segredo... Brenda, não existe. Mas naquele momento, existiu na minha mente para atrair atenção... E eu consegui.

      ─ Se acaso necessitou utilizar esse artifício para chamar a atenção... O que falta?
Não são coisas que precisa me responder. Não preciso entender seu infinito particular, porque aceito aquilo que você dispõe a dar. Mas, para você... Porque precisas... Por que precisou desse subterfúgio?

Ter algo para escrever... E agora, eu tenho!
Utilizei de algo que não existia, para que agora, eu tivesse inspiração... Sou seu paciente, e eu respondo suas perguntas. Não vejo problema, - Risos –

      ─ Você escolheu ser meu paciente. Eu só queria um amigo.
            [Ela queria saber sobre ele. Mas ela perguntou se ele estava pronto. Mesmo não estando por seu fingimento anterior. “Agora você já sabe tudo sobre mim e eu nada sobre você. Posso começar a fazer umas perguntas mirabolantes que irão desvendar-te a alma?”]
O que não foi forçado, afinal eu quem dei partida... Agora, pode dizer o que pensa.
Com sinceridade, sim...

      ─ Sobre você ser meu paciente? Ahhhh, Jefferson. Não necessitas de uma médica para sua mente. Possui as respostas. Apenas não organizou as perguntas de forma correta. Tem uma mente criativa, brilhante. Sempre digo que a sensibilidade é um estágio acima da inteligência. Explico: Para ser inteligente não precisa necessariamente ser sensível... Mas, toda pessoa sensível é necessariamente inteligente.
Vejo sensibilidade em você!

Isso me agrada... Pode ser mesmo que está coisa de organizar 'as perguntas' eu não faça como deveria, mas acredito que tudo isso pode ser bom, nos descobrimos, mesmo quando confusos.

      ─ O futuro lhe espera...
              ( Eu vou esperar o futuro chegar, com ela!)