28 de janeiro de 2010

Estava na varanda agora a tragar fumaça de um cigarro. Havia lençóis no varal e panos brancos, o vento soprava, olhei pra trás, a impressão de ver fantasmas, me assustei. Depois de segundos, estava sorrindo como uma criança que se assusta por querer, tendo a certeza de que o medo, é e sempre será uma impressão."

Quis escrever nas noites mais frias e longas das quais cada um dos meus pensamentos eram naufrágios. Mas não fui permitido a escrever com pe...