24 de janeiro de 2010

[Desfalque]

Vejo linhas de giz, com pequenas
poças vermelhas.
De alguns que já foram, assassinados
era um destino, devasso
que dizia que os mortos, nunca iriam
ressuscitar.

Agora podemos reescrever uma história
com a doce, justificativa
do nosso amanhã
Se estamos lutando para viver
teremos permissão para morrer

Dos incontáveis dias empilhados
o anjo da morte esta enfurecido
isso porque agora, podemos viver sem medo
dando permissão apenas para novos despertares
Enquanto sonhava acordado, foi tudo um sonho.

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...