29 de abril de 2010

Não adiro perfeições
De impressionantes, são passageiras
Não adiro àquilo que tu tens
Pois não tomo aquilo que
Não pode ser meu
Não adiro teus olhos
Pois neles posso me refletir
E desejar um novo estar
Não adiro um sonho
Se não vivido a frustração
Músicas me acalmam
Poesia fala da minha alma
Minhas palavras criam vida
Teus olhos são curiosos
Reflexo do que precisa mudar
De tudo que necessito
Não quero aderir
Preciso apenas viver.

Quis escrever nas noites mais frias e longas das quais cada um dos meus pensamentos eram naufrágios. Mas não fui permitido a escrever com pe...