29 de maio de 2010

Ele brilha e reflete, um espelho
Mutilando o olhar exausto
Quebrando o demasio,
fazendo-se uma realidade
O relógio descontínuo, faz-se
Lentidão pro tempo que passa
Nada sente, inteligentemente
Desenterra sua fraqueza
Age como um remédio
E o maior dos medos
Torna-se um resgate
São infinitos, começando
Uma chuva, de orvalhos
Que molham as folhas
Tempo se tem, tanto se passou
E nenhum pouco para se dar
Quero um lugar
Para dispersar o tempo
Majestosamente uma magia atemporal.

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...