10 de dezembro de 2010

"O medo que assola o presente. È o passado que não se conscente no futuro, por um desejo de não querer. A insistência compromete parar, ao invés de seguir. A persistência do querer futuro, a comprimir toda vontade de ir além de mares e ares. Qualquer sonho é verdadeiro, basta acreditar que o passado é a vertigem passada das horas."

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...