30 de junho de 2011

"Caminho das estradas."

"São tantos que podem e pode escolher. Como um que faz dos planos, a virtude de sua e suas vidas." (Introdução)
Escorre sobre o espaço as horas
Que o além de tudo se faz nada
Pensando que o material é algo
Só que embaraça a linha da superfície
Soprando o ar que se prende dentro
Do corpo escolhido por uma alma
Se isso fosse segredo, todos esconderiam
Os teus sorrisos desejados por alegrias

Escolhe a estrada
Pois tem um caminho
Escolha certa ou errada
Segue teus passos e descobre

Reluzindo o olhar, percorre sobre teu mar
Pois és de vida ao cintilar
Todos sabendo de um e outro destino
Em que é único qualquer momento
Não muda tanto ao que se quer
Se faz algo para qualquer coisa se ter
Mesmo que passe, não volta mais
Se ser assim é natural, que faça assim

Como se pode
Não como quer
E acontece de ter ou não
E a natureza vai florescer.

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...