15 de junho de 2011

"De olhos abertos."

A observação do tempo,
Como que em tudo passa
E este nem é o fim
Nem se quer um novo começo

Onde se precisa estar!
Cansaço de esperar...
A voz numa revolta
Como a melhoria... Em,

Que sobressalta um passo
O que segura, é invisível
Uma estrada que se evita
Por uma vida em um só caminho

Astúcia pode ser vida
Tirania, algum poder qualquer
Que se iguala a governantes
A verdade da tragédia

Faz-se de uma justiça
Que o espírito de bondade
Se faz por malicioso
De olhos abertos...



Sua voz... Quanta ternura num só ser, Mas por hoje! Almejo sonhar no teu sono E no limiar do teu descanso Repousar em teus seios!