13 de junho de 2011

Um de cada vez
E não parava
A balança que não para
Só o tempo que passa
E me vou assim
Com a melodia das horas
Uma autobiografia confiscada
Um carrossel de asas, vento
Que refresca a queda
Uma descida perigosa
Aos olhos que mergulham
Senta e esquece o passado
Ressurgido do presente
Para o amanhã estar
Celebrando como a borboleta
Dizes no passado, desenhista
Da vida que canta a um pássaro
Energiza a vida, temporada
Dos arredores de risco profundo
Areento tempo...
Vozes silenciosas na praça
Onde só as crianças brincam
Não arriscam a vida, suas
brincadeiras d'onde o tempo
Voa como quem dança."

O elixir da vida

Que frui como fumaça espessa e sem pesar Não faz desvendar nenhum mistério Onde olhos algum vê, sente a alma e morre o corpo E no além d...