1 de novembro de 2012

"Fragmentos de um mistério que se aterra no alto do céu. Pronto a desvendar que as nuvens, nunca formam o mesmo horizonte sempre. Fragmentos do vento que sempre varre a terra. È quase como que gelo inquebrável, que com lágrimas o atravessa."

Quis escrever nas noites mais frias e longas das quais cada um dos meus pensamentos eram naufrágios. Mas não fui permitido a escrever com pe...