21 de fevereiro de 2013

                    Nuvens cinzentas que formam um cemitério
       Um céu sobre a mancha humana
                Profundo olhar que se perde ao horizonte
           Como se oceanos que se elevam as faces

       Tudo que se deseja, não é por vaidade?
                 Que profundo interesse há em ver as crianças morrerem
               O tiquetaquear que parece a própria vida
           O badalar das horas que pesam

                Ninguém morreria para salvar o mundo, morreria?
       Uma dança que incessantemente mostra as máscaras
           E vendo falhas ao aprenderem
      O que pretendem minuto a minuto, mais ar?

                   Não deseja ser uma criança novamente?
     Mesmo por um minuto a volta de tudo!
           O bem e o mal juntos e combinados
                 Que esperam senão temporadas que pouco mudam. 
                   

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...