11 de abril de 2013

"Minhas ruas ninhadas a ouros
Não é como todos dizem
E sim como tudo se decepciona
Um céu nublado sem estrelas

Uma alma insípida a vitrine do mercado
A vida como um desespero a viver
Falando isso como isso o é
O intervalo de dois tempos

O que nasce e em seguida morre
Brotando ares quimícos para esconder
A terrena visão dos horizontes
Que se perdem dia-a-dia

Como se luta para achar poesia
Nisso que passa por todos sem perceberem
Pensamentos pavimentados a ouros
Como uma vida justa de existir

Azuis que me enlaçam ao mar
Buscando imposssíveis a realizar
Uma visão de tudo que sopra
Para além-de-mim chegar.

"Atenua-se no vasto céu negro antigas estrelas e esplendorosa e formosa lua...

Fazendo mundos surgirem junto a sensação do vento noturno Solstício outono também declama o amor as folhas Onde cada uma delas também...