19 de abril de 2014

Devasta escuridão caminha e decifra
Onde se infiltra os teoremas
De uma estadia, encontra o desconhecido
Uma noite afluente e sem fim ...

Os imensos cordões do imaginário
Mares e ares vertentes
Escoando o vento, o olhar
Cego por um medo absurdo ...

O tempo estreito, o espaço
Vazio que espaça os pensamentos
Entre os dedos que deslizam as flores escuras
A poesia faiscante escoa vida ...

O trem vazio de vagões
Trilhos pesados, mas sem forças
Inerte de passos que
Seguem as pontes ...

Rufa o tempo sobre essa silhueta

Imagem do inenarrável sentimento Que faz ressuscitar perfeita ponte Onde brinca as ondas de águas claras Riacho profundo, chamado sono D...