2 de junho de 2014

   "È porque cada gota que cai sobre este orvalho, tem um gosto. Uma cor, que diferencia, tudo quanto ser uma gota difrente de outras entre tantas. Porque cada vento, sopra um sentido diferente. Pois há Oeste além do norte. E assim, a chuva que cai, se diferencia de uma alta tempestade que ainda não chegou. Por isso ser o agora é esquecer o ontem. Esquecer o que se foi, é como ser o futuro que se espera.
           ...È que nem toda neblina cobre o olhar infinitamente, e nem toda flor que morre. Morre eternamente,
   ...Nem tudo que parte, parte eternamente. Pois há espaço para o que é novo, sem mistérios...
         ...È que assim, toda canção trás sentidos e emoções. E sempre diferente d'outras canções...
  ..Como ventos carregam folhas. Elevamos o momento para onde bem queremos...
                 ... Imaginar, como quem pensa profundamente, e trás tudo a realidade...
      
  Sonho que finda mero espaço,
  Vagueia sobre montes longínquos.
  Onde trevas se escondem da luz
  Luz de uma lua minguante
  Como milagre eterno da vida
  E jorra água sobre cristais  Rutílios
  Que eternizam estradas distantes
  Onde só alcançamos no inimaginável
            ...Sopram os ventos as trevas.
     ...E trás o tempo, a redenção.

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...