Voltar, olhar para dentro
Escrever como sou,
O que os olhos meus vêem
Sobre o que sente meu espírito
Que a cada segundo palpita
Uma vantagem, um lugar
Ou além de tudo, alguém
Que se quer sei quem é
Pois sobre mim, voltar
A me olhar para dentro,
Pois ninguém percebe como eu
Que meu tempo é meu,
E tem passado, como um vento
Que as vezes devasta e leva para longe
Tudo quanto não serve, e esvazia
O pensamento, trás o alívio
E carrega as folhas em mais uma temporada
Outono que se dá ao inverno
E tudo torna a suprir os instantes
Que em mim, se tornam momentos
E me vou, além-do-além
E me solto dos pensamentos
Que sempre passam,
Pois quem me carrega além do sentido
Há de palpitar um dia a sorte
Que meu coração não diz amar
Mas sabe que outrora, tudo pode e vai mudar."
Preciosidade
Amanhã serei silêncio
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"Não servimos apenas porque existimos, mas por que queremos colher. Então se doe para tudo aquilo que for bom".