6 de janeiro de 2016

Inda que de olhos fechados. Nada muda, só imaginar, não realiza!
Tudo suporta o pensar, mas o corpo padece, se parado.
È preciso navegar com os pés o campo mórbido da terra ...
Ir além dos destroços das esquinas assombradas.
Alcançar o que nos desperta por dentro, não o coração,
mas a Alma, que nega todos os ritos e ideologias alinhadas
Sobre todas as coisas que levam ao mesmo lugar,
Seguir, como um rio que flui pro mar, deixando as rotinas
Alheias, embarcando realidades espirituais, destruir as pontes
Que buscam voltar e levar ao passado, tirar as sandálias,
E misturar-se a areia fina de um brado mar, intocável
Não ser como a massa da multidão, mas quem realiza
Sem a necessidade de mil mãos, mas tendo duas, acreditar em si!

Deixe-me compartilhar com você uma memória

Dentro desse sonho, há uma imagem da morte E ela me leva onde há um saco de ossos Em que ali está o meu nome E pelo corredor daquele vale...