2 de março de 2016

Devasta fria brisa que trás o vento, os sentidos que a pouco despertam. Traz-me, como transeunte sensação que toma-me, pouco a pouco, em ser o que simplesmente despoja de uma paz que os olhos não vê, mas sente a alma. Uma liberdade, em nada fazer, e ser até triste, mostrar-me um turbilhão de sentimentos, pois estamos vivos. A mais pura leveza, de uma fonte cristalina, que jorra água pela qual nenhum homem pode tomar, mas beber o instante e o resto calar, só para sonhar aquilo que está do outro lado...

Toda essa euforia pelo qual o tempo tem transtornado, o rarefeito em que a maioria dos homens negam por insuficiência física, causando o des...