8 de agosto de 2016

"Esse som afinado que desce
Sobre uma fria brisa noturna
Onde soa cada parte do meu corpo
Debaixo dos cobertores
Sem nada entender
O barulho lá fora, e a tranquilidade
Aqui dentro, inda que soe frio
Um estado apático do corpo
Abandonando os males que nascem
Ante aos pensares que somem
Feito a mesma neblina que nasce
E morre ao novo amanhecer."

"Na vigília dessa noite, enquanto todos dormiam. O mundo a se mover sem perceberem da mesma forma ao estarem todos despertos. Movia-se ...