Apoio-me ao corpo e estranho
Tudo ouço, nada chega
Porque temo, se isso não me fez?
Se quer criou isso que vem e passa
Inspira o medo, como chega a chuva
Se esvai o tudo, nada nos fica
Assim como este poema
Indeterminado...
Silêncio de um homem cansado De tentativas errantes Mas que foi feliz ao semear bondade Um choro reprimido agora partido Deixo escrito o ...