8 de janeiro de 2018

Aquila non capit muscas

Uma pessoa de espírito superior não se preocupa com ninharias.

Tudo o que comemos se torna sangue. O oxigênio!
Tudo o que fazemos hoje, a consequência do amanhã. A realidade!
O resultado do óbvio, bom ou mau.
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Uma vela
Não pode iluminar melhor uma caverna
Porque é somente dia
Assim quem vê o escuro, não sabe
Se a claridade do dia enxerga a escuridão da caverna...
Somos mais interiores, porque nos impedimos mais do que nos limitamos a fazer
E por mais que saibamos pouquíssimos
Sobre as coisas que vemos aqui do lado de fora
Á vela que ilumina a caverna
Ilumina sempre com a mesma proporção
"A de fazer enxergar."
A profundidade da sua realidade existencial
Está quando ela se apaga; Assim está o guarda-chuva,  para quando chove aqui fora
Quem se atreve a entrar e acender outra vela, quando essa se apaga?
E quem ousa sair para molhar a veste que guarda o corpo? Quando não se têm o guarda-chuva? Que também serve de guarda-sol? Mas não pode impedi-lo de aquecer e alumiar o mundo?
Quem dentro de si faz para depois pensar!?
Talvez o erro seja pensar antes de fazer
O que determina o resultado, é se somos pessoas boas ou más.

Os demônios

Os demônios A penumbra da madrugada fria Onde estreitos eixos se debatem Como um finíssimo aço na mata que se propaga Um saco de ossos v...