5 de maio de 2018

Despertei cedo e havia um esplendoroso sol. Os raios alertavam-me de um dia de júbilo a própria natureza da qual algumas flores outonais agraciavam com seu perfume amadeirado alguns pontos isolados da cidade. Comprei os bilhetes do ônibus e segui até uma outra cidade a qual trabalharia parte do dia. Mas como sentia a irritação, minhas mãos também falhariam em fazer. Me despedi da casa e retornei, mas pelo outro lado da linha do transporte urbano. Ainda houve tempo de pagar as últimas contas e colocar quase tudo em ordem. Sentei-me no gramado verde e macio a ver os pássaros e as nuvens. E a vida palpitava-me a realidade, não a sorte.

Essas sensações que me surgem e me tomam por suas cores invisíveis e de finitudes indomáveis. Me fazem saber que estou no caminho certo, não...